Se já em circunstâncias normais a pobreza tem, em Portugal, um caráter estrutural e persistente, na situação de crise sócio-económica resultante da pandemia, governantes, políticas públicas e sociedade no seu todo têm um desafio ainda maior.
Um pouco por todas as cidades assistiu-se à continuação de construção e sobretudo de reabilitação do edificado, aproveitando a impossibilidade de proceder a fiscalizações devido ao confinamento, quer das condições de trabalho, quer da obra em si.
A AICCOPN propõe uma “plataforma electrónica para controlar a movimentação dos trabalhadores”. E, assume tal proposta não apenas como algo de ordem conjuntural mas, presume-se que com uma perspectiva mais estrutural, como “reforço importante para o futuro".
Cada país deve dispor de um Serviço Nacional de Saúde público, universal e gratuito, independente do mercado, articulado com segmentos da indústria farmacêutica, da produção de material médico e da investigação científica.
As últimas sondagens dão uma maioria absoluta ao PP de Feijoó, mas uma maioria de esquerda tem estado numa rota ascendente, nomeadamente o Bloque Nacionalista Galego.
Assinalamos positivamente este passo do PS em direção ao que há muito defendemos. Precisamos de construir uma cidade diversa, onde as famílias conseguem fixar-se e onde o turismo não é a única atividade económica.
A história recente da privatização dos CTT é a história de uma privatização errada, levada a cabo pelo último governo PSD/CDS, concluída em 2014, que levou à alteração na resposta de serviço postal para pior. Bem pior.
Os tempos que temos pela frente vão ser, aliás, já estão a ser, difíceis. Trazer a público as divergências com quem coordena a resposta de saúde pública não os vai simplificar e é uma tremenda irresponsabilidade.
Em Portugal como em França, em Espanha, na Itália, na Áustria ou nos países nórdicos, a direita tradicional está a incorporar o essencial do programa da extrema direita.