A discussão do “Estado da Nação”, que encerra o trabalho do Parlamento antes das férias, é um preâmbulo das escolhas que terão de fazer-se já a partir de setembro.
Em Angola, ninguém exigiu a “perseguição” aos responsáveis pelo genocídio do 27 de maio. Apenas se reclama a sua identificação, na perspetiva de se saber a quem se perdoa.
Somos a geração de enfermeiros mais qualificada que alguma vez existiu! Infelizmente, somos também a geração com menos expectativas de progressão e evolução profissional.
O governo criou, à semelhança de outros países europeus, medidas de emergência para atenuar os efeitos da crise, como o layoff simplificado. Quando estas medidas excecionais caducarem o desemprego vai crescer.
O terror de Santo Tirso mostra como o desinvestimento em políticas públicas de proteção dos animais é um erro. Como a inexistência de abrigos públicos é negligência coletiva.
Foi mesmo necessário ir buscar um homem do petróleo só para demonstrar como os homens do petróleo são especialistas em deturpar quer as causas, quer a resolução da crise climática?
Não há memória de uma palavra tão importante para a vida das comunidades educativas que tenha sido utilizada para dizer tão pouco e fica a dúvida se efetivamente, por parte dos decisores políticos, haverá a noção efetiva do que significa o conceito.
A não resultarem das reuniões da Concertação Social, “conselhos” económicos e sociais sobre (outra) posição dos trabalhadores nas relações de trabalho, então, é de admitir que o local de expressão desses “conselhos” venha a ser… a rua.
Os fatores ‘inusitados’ que confluíram para o pior cenário que agora se revelou, remontam a pelo menos 2017, altura em que foram feitas as primeiras queixas relativas a este canil ilegal de Santo Tirso.
Quando existam processos de violência doméstica, os processos de regulação parental não lhes podem ser indiferentes. A proposta já foi feita e chumbada uma e outra vez. Do que é que estamos à espera para reconhecer as crianças como vítimas?