Num momento em que os ataques à memória da Revolução se intensificam, devemos reafirmar o compromisso em continuar a estar na primeira linha, em defesa de Abril e das suas conquistas, sabendo o que representou, representa e representará sempre.
O Bloco de Esquerda nunca pediu que se parasse a obra do Porto de Pipas. Continuaremos a questionar o Governo e a procurar soluções para a salvaguarda e a promoção do nosso património insular.
A luta feminista tem que ser assumidamente anticapitalista, pois o capital continua a recusar-se a sacrificar o bem-estar da maioria elitista para lutar por aquelas que se encontram mais vulneráveis.
O governo regional preocupa-se mais com as diatribes do parceiro Chega e por isso não tem tempo para encontrar soluções para os problemas dos açorianos e açorianas. A paralisação da governação acentua-se cada vez mais, quando é imperioso a implementação de medidas rápidas e eficazes!
Clareza na condenação da invasão e da guerra, na defesa da autodeterminação, na exigência da extinção dos blocos militares, no empenho numa solução negociada que respeite o Direito Internacional e traga a paz de volta.
1% de aumento para pessoal e mais 3,7% para o SNS quando a inflação será de pelo menos 4%. São os três números da estratégia do Governo PS para a Saúde. Não tem nada a ver com progresso ou desenvolvimento.
Se Elon Musk controlar o Twitter, e por via dele Trump, ampliar-se-ão os tradicionais problemas deste tipo de redes, que facilitam os discursos de ódio. O defeito passará a ser o feitio, se já não o era.
O XIII Governo dos Açores está cada vez mais em vias de naufragar. Todos os dias lemos novas cusquices sobre as guerras internas entre os seus sociais mais ou menos democratas, com apoios e facadas dos respetivos partidos do arco da descoordenação.
Há precisamente quarenta anos, na madrugada que dobra o mês de abril, dois jovens portuenses sucumbiram às mãos de uma das mais violentas intervenções policiais ocorridas em democracia.
Falta cumprir a Igualdade num país com imensas desigualdades sociais e territoriais, onde um governo que se diz “socialista” insiste em não repôr os direitos laborais retirados pela Troika e pelos governos de direita.
Ao exportar as suas responsabilidades de asilo para o Ruanda, com um custo de 120 milhões de libras aos cofres britânicos, mas uma poupança de “cinco mil libras por dia” para não acomodar requerentes de asilo em solo britânico, o Reino Unido transformou emigrantes e refugiados em mercadoria.