Depois de vários países terem anunciado a intenção de abandonar este tratado que protege o interesse das empresas poluentes contra a agenda dos estados para a transição energética, agora é a própria Comissão a rcomendar a retirada.
ClientEarth defende que a estratégia climática da petrolífera é inadequada para cumprir as metas definidas no Acordo de Paris sobre o Clima e coloca a empresa em risco à medida que o mundo muda para a energia limpa.
Dirigindo-se à Assembleia Geral em Nova Iorque, o Secretário-Geral das Nações Unidas reforçou que “2023 é um ano de ajuste de contas” e que é preciso “disrupção para acabar com a destruição” do ambiente.
As grandes empresas de joalharia recusam fornecer provas da proveniência do seu ouro. As associações de direitos humanos acusam-nas de usarem ouro do garimpo ilegal em terras indígenas. E o ministro da Justiça brasileiro reconhece a facilidade de fazer passar ouro ilegal por legal. Por Andy Robinson.
As maiores petrolíferas anunciam lucros recorde referentes a 2022. Os ativistas ambientais dizem que o “império” dos combustíveis fósseis “contra-ataca” enquanto os partidos do sistema britânico discutem o imposto sobre lucros caídos do céu e Biden e os republicanos trocam acusações sobre preços dos combustíveis.
O mega-projeto turístico-imobiliário vai à tribunal. Os cidadãos queixam-se da multiplicação por seis do índice de construção na parcela aprovada pela Câmara. “Estamos perante a maior operação urbanística da Área Metropolitana de Lisboa depois da Expo 98”, dizem.
Na carta dirigida a António Guterres, as organizações dizem que a escolha do lider da petrolífera dos Emirados para presidir à próxima conferência do clima "ameaça a legitimidade e a eficácia" da COP28.
As chuvas das últimas semanas não podem “desviar atenções do problema estrutural da gestão da água face às alterações climáticas”, defende a distrital bloquista, condenando "o uso e abuso da água pela agricultura intensiva".
A aliança do setor financeiro foi apresentada como um dos avanços da cimeira de Glasgow. Mas as instituições signatárias não pararam de financiar novos projetos de investimento em combustíveis fósseis, denuncia um estudo de ambientalistas.
Ativistas foram à embaixada da Alemanha, em Lisboa, em protesto contra a destruição da aldeia de Lützerath, que consideram “um crime contra as pessoas e o planeta”.
O secretário-geral da ONU acusou os produtores de combustíveis fósseis de saberem que o seu modelo de negócio é incompatível com a sobrevivência humana.
Ativistas apontam o dedo às petrolíferas por “sequestrarem o debate sobre alterações climáticas” e promoverem as suas iniciativas de greenwashing junto dos governos.