Sociedade

“Sobrecarga laboral, conflitos éticos, degradação da qualidade de trabalho, dificuldade de conciliação entre a vida profissional e a vida familiar, salários baixos”. Esta é uma das sínteses de um inquérito às condições de vida e de trabalho dos jornalistas portugueses.

A quase totalidade dos trabalhadores da C.M.G, em Torres Novas, foi avisada da intenção da administração de proceder a um despedimento coletivo. Os trabalhadores exigem o pagamento dos salários em atraso.

Os salários de setembro e de outubro ficaram por pagar. A Administração justifica que havia “falta de encomendas”.

No seu manifesto, condenam a morte de todos os civis e manifestam o seu apoio à liberdade e ao direito de autodeterminação da Palestina, exigindo ao Governo português que se empenhe num processo que possa contribuir para o fim do regime de colonização, ocupação e apartheid.

A regulação da produção e consumo da canábis traz consigo a oportunidade de revisitar a forma como se faz prevenção, redefinindo estratégias e implementando novos e melhores programas. Por Teresa Summavielle.

Como a tentação capitalista de crescer a violar todos os limites ameaça agora a reprodução da vida. Porque o sistema, na sua fase financeirizada, namora com a “emancipação” feminina. Quais as vias para relações de género pós-capitalistas. Artigo de Nancy Fraser.

A greve de sete dias na estação pública começou no sábado. Os trabalhadores lutam por melhores salários e reenquadramento profissional dos trabalhadores que executam funções que deveriam ser melhor pagas.

Uma investigação revela que a aplicação da empresa envia dados pessoais e de geolocalização mesmo quando os trabalhadores estão inativos. Por Yago Álvarez Barba.

A ex-ministra da Educação e atual reitora do ISCTE atualizou o levantamento feito em 1990 por Mariano Gago e concluiu que entre 2011 e 2021 a percentagem do PIB em investimento público na Ciência diminuiu até recuar ao nível de 1991.

A associação anti-racista condena a “violência diária perpetrada pelo Estado de Israel sobre o povo palestiniano” ao mesmo tempo que se distancia das ações do Hamas.

Entre 25 de outubro e 11 de novembro haverá ações de “Luta Geral pelo Aumento dos Salários!”. A 11 de Novembro, uma manifestação em Lisboa e no Porto. A central sindical diz que “a intensificação da luta é o fator determinante na exigência de um outro rumo para país”.

O SINTTAV entregou um pré-aviso de greve entre 14 e 20 de outubro, prometendo renová-lo semanalmente caso a RTP "não mude de rumo".

Claudia Goldin é a primeira mulher a obter sozinha um Nobel da Economia. Academia destaca o seu estudo sobre desigualdade salarial e participação feminina no mercado laboral ao longo dos séculos.

Trabalhadores da fábrica de Sines da multinacional tailandesa pediram a intervenção do Governo “para impedir mais um saque aos cofres públicos e a preservação de todos os postos de trabalho”. Isabel Pires anunciou que o Bloco questionará ministérios sobre que ações serão tomadas.

Frente Comum considera proposta de aumento salarial na Administração Pública “miserabilista” e acusa Governo de colocar os lucros das grandes empresas à frente dos direitos dos trabalhadores, com a conivência do PSD/CDS, da Iniciativa Liberal e do Chega.

O Coletivo para a Libertação da Palestina apela a uma manifestação para esta segunda-feira às 18 horas no Largo Camões, em Lisboa. Afirma que não tem “qualquer afinidade com o projeto político do Hamas” mas reconhece “o direito do povo palestiniano de resistir à ocupação colonial”.

Segundo o Sindicato Nacional dos Profissionais da Educação, a greve desta segunda-feira conta com 65% de adesão e levou ao encerramento de pelo menos 50 escolas.

Iniciativa, a realizar-se em Lisboa, com início, pelas 15h, no Rossio, visa exigir políticas justas que promovam a igualdade. Travar o aumento de preços, garantir casa para viver, transportes para todos, aumento dos salários, e acabar com repressão policial nos bairros figuram entre as reivindicações.

Esta segunda-feira, os trabalhadores vão concentrar-se à porta do Ministério do Trabalho e da Economia em Lisboa em defesa dos seus postos de trabalho. Sindicato acusou o Governo de “conivência e cumplicidade” em todo o processo e de nada fazer para proteger os trabalhadores.

No Dia Europeu do Cuidador as associações juntam-se com apoio da CGTP e UGT para lembrar que há medidas do Estatuto do Cuidador por aplicar e que as condições de atribuição do estatuto do cuidador informal “continuam muito limitativas” e um subsídio de cuidador “não chega ao salário mínimo nacional”.