Sociedade

Fenprof contesta a intenção de revogar o decreto do anterior executivo que permite aos docentes afetados pelos dois períodos de congelamento da carreira recuperar o tempo em que ficaram a aguardar vaga para os 5.º e 7.º escalões.

A polícia entrou na Faculdade de Psicologia em Lisboa na quinta à noite para expulsar os estudantes acampados. Oito estudantes foram detidos e queixam-se de violência policial. 

A cadeia de supermercados é acusada de negar horário flexível às mães e pais que o solicitam e de propor às mães trabalhadoras que vão para o desemprego sempre que estas exigem o cumprimento dos seus direitos.

A greve desta quinta-feira conta com uma adesão acima dos 90%, segundo o sindicato. Em plenário, decidiram marcar dois dias de greve por mês até que a administração aceite um aumento salarial mínimo de 80 euros e 9,60 euros de subsídio de refeição.

Sob o lema “justiça para quem nela trabalha”, os funcionários judiciais estiveram esta terça-feira em protesto em frente ao Ministério da Justiça. Exigem a dignificação da carreira e aumentos salariais.

O apelo à paz e ao fim do genocídio em Gaza dão o mote às vigílias nas universidades, num momento em que a contestação ao genocídio sobe de tom nas universidades dos Estados Unidos e quando Israel avança com a invasão de Rafah.

Mobilização dos trabalhadores da Efacec é um "grito de alerta" perante a ameaça de despedimento coletivo e a recusa de diálogo da nova administração, na sequência do processo de reprivatização concluído no final do ano passado. 

A defesa do neonazi recusou a autoria das frases nas redes sociais e ao mesmo tempo disse que eram “uma brincadeira”. A juíza destaca a sua “longa e persistente carreira criminal” e a “falta de empatia” ou arrependimento para com as vítimas.

Trabalhadores protestaram esta segunda-feira em frente às instalações da empresa, em Lisboa, em solidariedade com dois trabalhadores estrangeiros despejados ilegalmente de suas casas.

Os ataques violentos a imigrantes na sexta-feira no Porto relançam o debate sobre o racismo em Portugal. O Esquerda.net ouviu quem sente na pele as discriminações quotidianas decorrentes deste flagelo.

Mariana Carneiro

Pelo menos um dos suspeitos terá ligações ao grupo liderado pelo neonazi Mário Machado. No seu grupo no Telegram celebrou-se o ataque assim que se teve conhecimento das agressões, havendo quem lamentasse que só duas pessoas tenham ido parar ao hospital.

Numa carta, seis membros do Conselho Nacional demarcam-se “completamente” da situação, dizem-se contra a “atitude sectária” e defendem “um grande 1º de Maio, onde são bem-vindas todas as organizações que partilham connosco causas comuns, como eram aquelas que foram impedidas de se juntarem à manifestação no Porto”.

Os agressores atacaram na madrugada de sexta-feira. A polícia identificou seis suspeitos e suspeita que têm ligações à extrema-direita, nomeadamente ao “Grupo 1143” liderado pelo neonazi Mário Machado.

Salários em atraso e falta de dinheiro para despesas tão básicas com a alimentação das mulheres e crianças nas casas de acolhimento são o resultado dos atrasos. A plataforma informática do Governo não funciona corretamente há meses.

Os trabalhadores paralisaram a fábrica em luta por “aumentos salariais justos e dignos”. A administração usou a força policial para fazer entrar trabalhadores de empresas prestadoras de serviços o que o sindicato diz que “põe em causa o direito à greve”.

No encontro sobre “Proteção social pública e universal" Mariana Mortágua defendeu uma rede pública de lares e uma resposta que vá além da institucionalização através de modelos de coabitação de habitação pública com infraestruturas de cuidados. Catarina Martins falou da ofensiva dos fundos privados sobre as pensões públicas.

Na madrugada de sexta-feira, houve três ataques. Num deles, um grupo de homens encapuzados invadiu uma casa e espancou os moradores enquanto lançavam insultos racistas. Circula entretanto um apelo a que os cidadão do Porto se unam às 22 horas deste sábado no Campo 24 de Agosto "num gesto de solidariedade para com os imigrantes, especialmente aqueles que foram alvo de recentes ataques violentos".

Empresa contratada pela agência pública impediu 43 vigilantes de continuar nos seus postos de trabalho. Estes ficam impedidos de trabalhar e sem salário mas não têm acesso à proteção no despedimento porque não podem ser legalmente despedidos.

O drone submarino BlueWhale é fabricado pela Israel Aerospace Industries e Thyssen Krupp. O MPPM considera que negócios com “empresas que suportam o ataque genocida contra os palestinos da Faixa de Gaza” é “apoio indireto à prática de um crime contra a humanidade”.

O STAD considera que vigilantes conseguiram grande vitória depois das pressões sofridas. Fica por resolver a situação dos trabalhadores da Prestibel que o sindicato considera como “empresa fora-da-lei” por recusar transmissão de estabelecimento. Bloco de Lisboa acompanhou a luta com iniciativas na Câmara e Assembleia Municipal.