Ocorre esta quarta-feira o terceiro dia de greve da hotelaria da Madeira por salários acima do mínimo regional. O sindicato denuncia um clima de intimidação contra os trabalhadores.
Para celebrar o fim das portagens na A22, os utentes algarvios organizam buzinões durante o primeiro dia do ano. Mas exigem a retirada dos pórticos, a denúncia do contrato da PPP e a requalificação do piso da EN125 entre Olhão e Vila Real de Santo António. A partir de 1 de janeiro há sete auto-estradas ex-SCUT a deixar de cobrar portagens.
Luís Delgado apresentou plano para suspender algumas revistas e reestruturar dívidas a credores. Para os trabalhadores, estas medidas “fariam todo o sentido há um ano antes de a empresa perder a capacidade de pagar salários”.
Preços da alimentação e energia registam salto e empurram a inflação para os 3%. Até novembro, o Estado gastou 2.188 milhões devido à crise da inflação e energética.
Corte do abastecimento elétrico no bairro autoconstruído da Penajoia, em terrenos do IHRU em Almada, deixou centenas de moradores a viver “na completa escuridão”, denuncia o movimento Vida Justa.
Em 2023, a percentagem de crianças em risco de pobreza que não tinham acesso a jardins de infância aumentou. Ao longo dos últimos anos, as crianças mais pobres têm sido consistentemente discriminadas no acesso a este nível de ensino.
Representante da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia fala em "instrumentalização" e acusa primeiro-ministro de "substituir-se" ao papel da polícia.
Sindicalista, dirigente da CGTP e do Sinquifa. Lutou a vida toda pelos direitos dos trabalhadores, tendo um papel particularmente importante na defesa da Segurança Social.
Adesão à greve dos trabalhadores da higiene urbana está a ser forte, mas sindicatos criticam serviços "mínimos máximos" decretados pela Direção-Geral da Administração e do Emprego Público.
Organizadores da manifestação de 11 de janeiro criticam posições securitárias e discriminatórias do governo de Luís Montenegro, que usou a operação policial na rua do Benformoso para reforçar a narrativa falsa que liga a imigração à criminalidade.
Quase duas centenas de vigilantes da Câmara Municipal de Lisboa continuam sem receber o subsídio de Natal na sua totalidade. PSG insiste em não assumir a totalidade do pagamento do subsídio, de acordo com a lei.
Trabalham, estão a fazer o processo de autorização de residência e precisam do registo criminal. Mas os serviços consulares portugueses na Argélia não lhes dão resposta. Queixam-se da existência de uma “máfia” e de lhes ser exigido o pagamento de mil euros para obterem a documentação.
Com cravos ao peito, centenas de pessoas encheram a rua do Benformoso, em Lisboa, como forma de protesto contra a operação policial que aconteceu na quinta-feira. Mariana Mortágua esteve presente na ação simbólica.
Autoridade Tributária muda a sua interpretação, até aqui favorável a EDP, e já emitiu nota de liquidação do IMI devido às autarquias das Terras de Miranda. Mariana Mortágua saudou a decisão e lembra que há outros impostos que ainda estão por pagar no negócio das barragens do Douro.
Em dia de greve a 70%, os trabalhadores da AT fizeram-se ouvir em Lisboa pela melhoria das condições de trabalho e a valorização da carreira. Chegados ao Parlamento, lançaram códigos tributários às escadarias para denunciar o excesso de trabalho e a falta de pessoal.
Durante sete anos, o Estado cobrou indevidamente taxas reduzidas de IRC a empresas da Zona Franca. Bruxelas decidiu que era irregular mas Portugal e várias empresas recorreram. Em causa estão 840 milhões de euros.