Mais de uma centena de argelinos concentraram-se na manhã desta segunda-feira em frente à AIMA exibindo cartazes de protestos. Foram acompanhados por um forte contingente policial.
Estes cidadãos têm trabalho e foram notificados pela AIMA para entregarem o registo criminal de forma a avançar com o processo de autorização de residência. O problema é que os serviços consulares portugueses na Argélia não lhes dão resposta alguma. Não há agendamentos ou estes são cancelados. Apesar de terem tudo o resto, sem a apostilha desta entidade não conseguem a regularização.
Entretanto, queixam-se da existência de uma “máfia” e de lhes ser exigido o pagamento de 1.000 euros para obterem a certificação.
À SIC, um deles diz ser um "problema de direitos" porque sem a autorização de residência "somo privados de muitos direitos, por exemplo não podemos ir ao hospital".