Racismo

Em comunicado, a SOS Racismo diz que “o sistema tomou um lado” no julgamento de Cláudia Simões e o veredito “normaliza a violência policial racista”.

Delegação da ECRI esteve este mês em Portugal e recomenda também ao Governo que tome medidas rápidas para garantir condições de habitação dignas para a comunidade cigana.

Nosso futuro, nossa libertação é o lema do encontro que ocupará dois dias de diálogo e reflexão sobre as estruturas racistas e coloniais da nossa sociedade. Conhece aqui o programa final.

Uma criança nepalesa de nove anos foi espancada por colegas numa escola em Lisboa, com motivação racista e xenófoba. Bloco questionou Governo e Mariana Mortágua diz que “não é com a polícia em cada recreio que vamos combater o racismo”.

O homem detido pela PSP na noite dos ataques no Porto participou na manifestação organizada pelo grupo neonazi de Mário Machado. Polícia acredita que os restantes suspeitos também pertencem ao grupo 1143.

Pelo menos um dos suspeitos terá ligações ao grupo liderado pelo neonazi Mário Machado. No seu grupo no Telegram celebrou-se o ataque assim que se teve conhecimento das agressões, havendo quem lamentasse que só duas pessoas tenham ido parar ao hospital.

Mais de uma centena de ativistas e imigrantes participaram na concentração convocada pela SOS Racismo e outros coletivos daquela cidade em repúdio pelos ataques racistas da véspera a imigrantes magrebinos. 

Os agressores atacaram na madrugada de sexta-feira. A polícia identificou seis suspeitos e suspeita que têm ligações à extrema-direita, nomeadamente ao “Grupo 1143” liderado pelo neonazi Mário Machado.

Na madrugada de sexta-feira, houve três ataques. Num deles, um grupo de homens encapuzados invadiu uma casa e espancou os moradores enquanto lançavam insultos racistas. Circula entretanto um apelo a que os cidadão do Porto se unam às 22 horas deste sábado no Campo 24 de Agosto "num gesto de solidariedade para com os imigrantes, especialmente aqueles que foram alvo de recentes ataques violentos".

O Tribunal considerou que a sentença não estava devidamente fundamentada e o julgamento será reaberto. Mas será a mesma juíza a proferir a nova decisão.

Vigília de terça-feira em frente à Câmara Municipal da Horta homenageou a memória de Ademir Moreno, assassinado no passado fim de semana. Participantes exigiram justiça e o combate urgente a todas as formas de discriminação racial na nossa sociedade.

A empresa criou um sistema de triagem de candidatos para satisfazer os seus clientes que não queriam empregar trabalhadores não brancos. O caso demorou 23 anos até chegar ao seu desfecho e as penas ficaram bem aquém do que era pedido.

São já mais de 830 pessoas e 100 coletivos a repudiar a recusa por parte do executivo do PSD/CDS em emitir atestados de residência a imigrantes sem título de residência válido. Junta é acusada de extrapolar as suas competências, impedir usufruto de direitos, regularização e integração de pessoas migrantes.

Em vésperas de eleições, e dos 50 anos do 25 de Abril, milhares de pessoas juntaram-se em oito cidades do país contra o racismo e a xenofobia e por um Portugal mais inclusivo. Anabela Rodrigues frisou que o Bloco continuará nesta luta, contra todas as desigualdades e a discriminação.

No próximo sábado saímos à rua para apelar ao voto contra o racismo e a xenofonia e exigir resposta às pessoas racializadas e migrantes que, há décadas, esperam pela verdadeira democracia igualitária que Abril prometeu. Por Lou Loução.

Proposta do Bloco foi aprovada por unanimidade na CML e inclui a criação do Prémio Municipal Alcindo Monteiro para distinguir ações que contribuam para o reconhecimento e combate das práticas do racismo e da discriminação.

Manifestação Nacional Contra o Racismo, a Xenofobia e o Fascismo começa às 15h em Braga, Coimbra, Guimarães, Lisboa, Porto, Faro e Viseu, num apelo à democracia e pela igualdade. Para Portalegre está agendada uma sessão de Leituras de Contos Anti-racistas.

Cerca de cem pessoas acusam a PSP de comportamento violento durante a contra-manifestação à marcha neonazi na praça do Município, no passado dia 3 de fevereiro em Lisboa.

Associação antirracista critica Câmara Municipal de Lisboa por ter permitido desfile de ódio da extrema-direita, em incumprimento do Código Penal e da Constituição da República Portuguesa, e condena violência policial contra manifestantes antifascistas pacíficos.

Neonazis recusam acatar proibição da Câmara de Lisboa e mantêm mobilização. Organização internacional alerta para carácter violento dos seus membros, entre os quais apoiantes do Chega. Coletivos e associações antirracistas convidam a celebrar a diversidade e a pluralidade contra o racismo e preconceito.