Presidenciais 2026

Catarina Martins reagiu ao chumbo do Tribunal Constitucional de uma lei “má e cruel” e que não resolve os problemas do país.

Catarina Martins contactou com uma associação que apoia vítimas de violência doméstica na Madeira e diz que o papel de uma Presidente da República é “lançar o debate sobre como é que acabamos com a violência dentro de casa”.

Catarina Martins defende que “nós não somos o país em que uma criança nasce e vive aqui, faz todo o primeiro ciclo e nunca tem direito à nacionalidade”. 

O pacote laboral e as PPP na saúde foram os temas que mais dividiram os dois candidatos no frente a frente televisivo de sexta-feira.

Num debate com muitas convergências, a posição face ao apoio à Ucrânia no seu direito a defender-se da invasão russa acabou por dividir os dois candidatos.

Na entrega das mais de 9.500 assinaturas recolhidas pela sua candidatura, Catarina Martins diz que é “insultuoso” ver Montenegro a prometer grandes aumentos do salário mínimo e médio ao mesmo tempo que apresenta uma lei que condena os trabalhadores “à precariedade e a salários baixos toda a vida”.
 

Catarina Martins participou num debate da Frente Cívica sobre combate à corrupção a acusou o Governo de  querer “tornar a vida de toda a gente mais difícil” com o pacote laboral.

O músico e compositor é o mandatário da candidatura presidencial de Catarina Martins. Apresentação decorreu esta segunda-feira no Porto.

A candidata presidencial esteve este domingo com a população da Beira Baixa que contesta o megaprojeto da central fotovoltaica Sophia.

Neste frente-a-frente esteve em destaque a atuação do ex-líder do PS nas votações dos Orçamentos e das leis laborais da troika.

Numa visita à Feira de Monte Abraão, em Queluz, Catarina Martins falou da greve geral que se aproxima e das propostas do Governo para fomentar a precariedade.

Justiça, Defesa e o papel do Estado na economia foram os temas do debate entre os dois candidatos a Belém esta quinta-feira na TVI.
 

Numa visita à Unidade de Saúde Familiar Ria Formosa, em Faro, Catarina Martins voltou a alertar para o efeito da crise da habitação na falta de profissionais que asseguram os serviços públicos.

No Museu Municipal Carlos Reis, em Torres Novas, Catarina Martins defendeu que Portugal tem de ter uma criação artística diversa, “que represente o país que somos e que nos faça sonhar”.

Catarina Martins escolheu o feriado do 1º de Dezembro, que o anterior Governo PSD/CDS retirou em 2012 e só foi reposto pela esquerda em 2016,  para defender o direito ao descanso de quem trabalha, agora ameaçado pelas propostas do Governo no pacote laboral. 

Num debate preenchido por inúmeros apartes e interrupções, Catarina acusou o adversário de “odiar Portugal”. 

Em Coimbra, Catarina Martins participou numa conferência europeia sobre extremismo político e defendeu que o melhor antídoto está na luta por salários dignos para toda a gente que trabalha.

A deputada socialista anunciou que irá votar em Catarina Martins por ser uma mulher que “afirma-se de esquerda, não pede desculpa pelo seu percurso partidário, não entra em concursos de “independência” e toma partido”.

Catarina Martins esteve na marcha pelo fim da violência contra as mulheres e defendeu que “o dia que a República tem de comemorar no 25 de novembro é o Dia pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres”.

Catarina Martins visitou o Velódromo Nacional em Sangalhos e diz que “é com esta inspiração que podemos reinventar Portugal para resolver os problemas que o país tem”.