Presidenciais 2026

Catarina Martins respondeu aos apelos ao voto útil de António José Seguro, dizendo que para o eleitorado a primeira volta das eleições “é uma volta de convicção” em que escolhe “quem é que dá garantias de dizer uma coisa e fazer o que diz no dia seguinte”.

No dia em que colégios do Ensino Especial se manifestaram contra a falta de verbas, Catarina Martins visitou a instituição que mais acolhe crianças em idade escolar no distrito de Santarém.

Na feira de Espinho, Catarina Martins afirmou que os candidatos que nesta campanha já se colaram ao mandato do ex-primeiro ministro que tentou cortar pensões contra a Constituição nada farão quando o atual governante quiser “colocar as gerações mais jovens todas a contrato a prazo”.

Na primeira sessão pública do período oficial de campanha no Porto, Catarina Martins acusou os candidatos do centro de não terem “a coragem para defender um mínimo de direito internacional perante um rufião”.

No arranque do período oficial da campanha para as presidenciais, Catarina Martins esteve na Feira do Canidelo para mostrar que entre os onze candidatos a Belém “há uma candidata para falar do que conta na vida das pessoas”.

Em reação ao ataque de Trump à Venezuela, Catarina Martins defende que o papel de uma Presidente da República é fazer uma condenação inequívoca da violação do direito internacional e fazer tudo para proteger a comunidade portuguesa naquele país.

Numa visita à associação SOS Animal, Catarina Martins defendeu que “o avanço civilizacional pelo bem-estar animal é importantíssimo para a democracia” e que uma Presidente da República deve chamar a atenção do Governo quando este desvaloriza o tema.

Que em 2026 reinventemos Portugal. É o meu desejo para o novo ano que quero partilhar contigo.

Numa visita a um centro de acolhimento a pessoas sem-abrigo em Lisboa, Catarina Martins reconheceu o empenho de Marcelo Rebelo de Sousa e o trabalho que fizeram juntos durante a pandemia e ilibou-o de responsabilidades pelo falhanço da estratégia para reduzir o número de pessoas nesta situação.

Num encontro com associações de pessoas com deficiência, a candidata presidencial afirmou que não se pode aceitar que Portugal não cumpra as leis que tem e a convenção internacional que assinou.

Catarina Martins regressou à freguesia de Aveiro onde há doze anos apoiou a luta da população para manter a extensão de saúde. E defendeu que hoje “não podemos ter um país de coração nas mãos sem saber se vai ter acesso à saúde quando precisa”.

Mensagem de Natal de Catarina Martins.

Catarina Martins diz que os debates televisivos mostraram “como os interesses económicos estão colados a alguns candidatos ou até a bastantes candidatos” às presidenciais.

Tribunal Cível de Lisboa deu razão à queixa apresentada por representantes da comunidade cigana e considera que a mensagem do líder do Chega fomenta “a intolerância, a segregação, a discriminação e, no limite, o ódio”.

No último debate em que ambos os candidatos participam, a Europa e o combate ao chamado “voto útil” foram os principais temas em cima da mesa.

Na apresentação do designer José Teófilo Duarte como mandatário da candidatura em Setúbal, Catarina Martins lamentou que a Cultura não tenha o destaque que merece numa campanha presidencial e criticou a forma como o Governo está a tratar do maior investimento de sempre em defesa.
 

Numa visita à feira da Senhora da Hora, Catarina Martins lembrou que os salários e pensões não acompanharam o aumento do preço do cabaz alimentar. E defendeu que o dever de transparência é para cumprir por todos os candidatos.

Numa visita ao Hospital de Beja, Catarina Martins deu o exemplo de vários projetos de sucesso que ali combinam a ligação à comunidade com o investimento que lhes permite crescer.

À margem da visita à Universidade de Évora, Catarina Martins disse esta quinta-feira que não gostou de ver Luís Montenegro fazer na véspera enquanto primeiro-ministro um “discurso hostil” contra a imprensa e a justiça. 
 

Numa visita a uma associação cultural em Ponta Delgada, Catarina Martins anunciou que a sua campanha será feita a apresentar projetos de sucesso em prol da cidadania e que orgulham o país.