Presidenciais 2026

Num comício em Coimbra, Catarina Martins afirmou que Portugal “será melhor se no domingo se contarem os votos fortes de uma esquerda paritária, democrática, responsável e combativa”.

Na manifestação da CGTP contra o pacote laboral, Catarina Martins disse que o Governo adiou o debate do pacote laboral para “tornar a vida fácil” aos candidatos que apoiam este “assalto aos direitos de quem trabalha”.

O último laboratório da campanha teve cinco grupos de trabalho que juntaram pessoas ligadas à tecnologia a ativistas que intervêm sobre estes temas: serviço público, ecologia, privacidade, 'open source' e economia digital.

Numa visita à Academia dos Amadores de Música em Lisboa, Catarina afirmou que os candidatos que não têm coragem de dizer o que está a acontecer no SNS não vão ter coragem de lutar pelo acesso à saúde se chegarem a Belém. 

Na visita ao Campus Solar, um projeto piloto agrovoltaico na Faculdade de Ciências de Lisboa, Catarina Martins defendeu que este tipo de investigação de ponta pode ajudar a conciliar agricultura e produção solar e a desenvolver a produção de energia solar descentralizada.

O núcleo da Europa do Bloco de Esquerda volta a denunciar as dificuldades para conseguir votar por parte de emigrantes e eleitores que trabalham temporariamente fora de Portugal.

Em Coimbra, Catarina Martins afirmou estar “chocada” com as palavras do ministro das Finanças que diz que uma renda baixa são mil euros. E prometeu vetar “qualquer diploma que diga que uma renda moderada são 2.300 euros”.

A deputada socialista Isabel Moreira enviou uma mensagem de apoio a Catarina Martins. lida no almoço de campanha deste sábado em Lisboa. Leia aqui o texto completo.

Com Catarina Martins, Cristina Mesquita de Oliveira (Presidente da Associação Portuguesa de Menopausa) e Ana Coucello (Fundadora da Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres)

Num almoço com centenas de apoiantes em Lisboa, Catarina criticou os candidatos que trouxeram um "Montenegrómetro" para a campanha e apelou ao voto “pela esperança de quem trabalha, por quem faz este país”.

Questionada sobre o encontro marcado por elogios mútuos entre Santana Lopes e António José Seguro, Catarina Martins  registou “a diferença entre o campo político que eu represento” e o do ex-primeiro-ministro demitido por Jorge Sampaio.

Catarina Martins diz que ao contrário de outros candidatos “não ficaria à espera de tomar chá uma quinta-feira em março com o primeiro-ministro” e exige mudanças imediatas na Saúde.

No comício de quinta-feira na Baixa da Banheira, Catarina Martins acusou os candidatos da direita de terem a mesma posição de Ventura, que “defende apenas a voz do dono” Donald Trump.

Catarina Martins esteve com os bombeiros da Moita e prometeu fazer tudo “para parar estes cortes e o experimentalismo do Governo” que está a custar vidas.

A ex-candidata presidencial em 2016 e 2021 diz que o cenário desta eleição vai levar as pessoas a “votar com gosto e com vontade” em quem entendem que as representa melhor, deixando os “sacrifícios” para a inevitável segunda volta.

A candidata presidencial encontrou-se na Figueira da Foz com ativistas da SOS Cabedelo, que tem lutado por soluções que protejam as praias a sul e a entrada da barra cada vez mais perigosa para os pescadores.
 

A escritora e presidente da Fundação José Saramago esteve com Catarina Martins na visita à Boutique da Cultura, onde a candidata presidencial divulgou o apoio de várias personalidades do meio cultural português à sua candidatura.

Quem não possa votar no dia 18 de janeiro, pode inscrever-se até quinta-feira para votar já este domingo em mobilidade.

No debate televisivo entre os 11 candidatos às presidenciais, Catarina Martins defendeu que o papel de uma Presidente da República é o de contribuir para o equilíbrio dos poderes e “lançar os debates que possam desbloquear as grandes crises que atravessam o país”.