Presidenciais 2026

O debate deixou claras as diferenças entre os candidatos sobre o que está em causa no pacote laboral proposto pelo Governo e a forma de resolver as crises na saúde e habitação.

Catarina Martins foi ao mercado de Benfica chamar a atenção para os preços elevados dos alimentos e bens essenciais num país onde os salários são dos mais baixos da UE “e pagamos o mesmo quando vamos às compras”.

A comissária europeia Maria Luís Albuquerque quer que os países da UE implementem o desconto automático de parte dos salários para planos de pensões privados. Catarina Martins desafia candidatos a Belém a pronunciarem-se sobre a proposta.

Numa visita à Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal, Catarina Martins defendeu que no debate sobre o acesso à saúde deve ser dada centralidade a outras profissões além dos médicos, como a dos enfermeiros. Sobre o pacote laboral, diz que o Governo está “absolutamente isolado” e por isso tem de recuar.

Veja aqui o calendário dos 28 frente-a-frente televisivos entre os principais candidatos que decorrem a partir de segunda-feira e até 22 de dezembro.
 

Catarina Martins diz que o afastamento das pessoas do acesso à Justiça é um problema da democracia e do Estado de direito em Portugal. Aurora Rodrigues lembrou que “não podemos ficar quietos” ante o medo provocado pelo fascismo e Francisca Van Dunem defendeu “condenações exemplares” para o discurso de ódio.

Esta segunda-feira às 18h na livraria Almedina do Atrium Saldanha, a ex-ministra da Justiça e a magistrada jubilada juntam-se à candidata presidencial para uma conversa sobre o futuro da Justiça em Portugal.

Catarina Martins reuniu com trabalhadores em lay-off da Bosch em Braga e defendeu que se o Estado paga à multinacional para criar empregos no país, tem de intervir para não deixar que sejam os trabalhadores a pagar a conta da crise no negócio.

Catarina Martins alertou para o facto de o Governo ter desistido do financiamento do PRR para a construção do novo hospital de Lisboa, do metro ligeiro entre Odivelas e Loures e de 14 mil vagas em creches, lares e apoio às pessoas com deficiência.

A candidata presidencial apresenta ao país um “manifesto de esperança” que começa por “trabalho decente e emancipado”. Por isso, caso seja eleita, compromete-se a “travar” em Belém a reforma laboral.

Catarina Martins criticou a lei aprovada pela direita parlamentar e diz que não a promulgaria se fosse Presidente da República. 

Em entrevista à agência Lusa, Catarina Martins defende que um partido que quer subverter a Constituição não pode fazer parte de uma maioria de Governo. E criticou Marcelo por ter dissolvido o Parlamento após o chumbo do Orçamento em vez de obrigar a negociações para encontrar entendimentos.

Para oficializar uma candidatura às eleições presidenciais são precisas 7.500 assinaturas, em papel ou digitalmente. Vê aqui como podes juntar o teu apoio.

Catarina Martins apresentou na manhã deste sábado no Porto a sua candidatura presidencial. Lê aqui a sua intervenção integral.

A apresentação da candidatura presidencial de Catarina Martins terá lugar na Galeria Geraldes da Silva no dia 18 de outubro às 11h.