Catarina Martins visitou esta segunda-feira as instalações do Velódromo Nacional em Sangalhos concelho de Anadia. A infraestrutura inaugurada em 2009 tem uma pista onde treinam equipas e seleções de ciclismo e paraciclismo de pista e um centro de estágios de alto rendimento usado por atletas de todo o mundo.
“É com esta inspiração que podemos reinventar Portugal para resolver os problemas que o país tem”, afirmou Catarina, lembrando que “em quinze anos temos campeões do mundo, campeões olímpicos, o país todo a orgulhar-se” e além disso “temos aqui nesta terra o mundo todo a encontrar-se” graças a este Velódromo que ajudou Portugal a provar que “é possível produzir dos melhores resultados do mundo” na modalidade.
“Vibrei muito quando o Rui Oliveira e o Iuri Leitão ganharam a medalha olímpica e estou muito feliz por estar aqui a ver o sítio que tornou estes sonhos possíveis”, prosseguiu Catarina, apostada em fazer que a sua campanha sirva para “puxar pelo melhor que temos” e mostrar que “não pode haver nenhuma desistência” em tornar o país melhor. Para a candidata a Belém, “uma Presidente da República deve ser embaixadora do melhor que o país tem” e sublinhar também o “papel fundamental do desporto” para uma população jovem cada vez mais sensibilizada para a importância da saúde mental.
Questionada pelos jornalistas sobre o seu primeiro frente-a-frente televisivo, que na véspera a opôs a Henrique Gouveia e Melo, Catarina respondeu que esperava “que o debate tenha sido esclarecedor”, pois não sendo indiferente as causas que cada candidato a Presidente pretende abraçar no seu mandato, “tentei mostrar as minhas”.
“Num momento em que temos um governo tão à direita e com alianças com a extrema-direita, faz falta uma Presidente da República que seja capaz de balançar também um pouco para a dignidade do trabalho e puxar pelo país”, concluiu.