Israel

38 pessoas morreram num ataque israelita em Khan Younis, enquanto no norte de Gaza o ataque aéreo a casas no campo de refugiados de Jabalia fez mais de 150 mortos e feridos. No Líbano, um ataque teleguiado matou jornalistas de duas televisões enquanto dormiam.

A empresa concessionária das linhas de autocarro que servem os 11 municípios da região é detida em 50% pelo maior fundo israelita de infraestruturas, que participou no consórcio que construiu e gere agora o maior campo de treinos militares, batizado com o nome de Ariel Sharon.

A empresa que detém a maioria do capital da TST - Transportes Sul do Tejo - é a israelita Dan Public Transportation Company, cujo ramo imobiliário participa na construção de bairros para os colonos em terrenos de Jerusalém Leste que pertencem aos palestinianos.

Francesca Albanese apela a que o governo português reconheça o Estado da Palestina em carta aberta. Relatora especial da ONU esteve em Portugal mas Paulo Rangel recusou recebê-la.

Depois de a ministra dos Negócios Estrangeiros alemã dos Verdes ter justificado o massacre de civis palestinianos, o seu governo autorizou que o cargueiro Kathrin navegue com bandeira da Alemanha. 

Esta longa reportagem da Unidade de Investigação da Al Jazeera expõe os crimes de guerra israelitas na Faixa de Gaza através de fotografias e vídeos publicados online pelos próprios soldados israelitas.

Há um subconjunto de classes dominantes economicamente pró-Israel onde talvez não se esperasse: dentro do bloco BRICS+.

Patrick Bond

Vulnerável politica e economicamente na frente interna, a liderança do Irão e o novo governo de Pezeshkian prefeririam pôr termo a esta última escalada. Mas eles sabem que uma nova guerra regional pode já ter começado e que não há nenhum “parceiro para a paz”.

Eskandar Sadeghi-Boroujerdi

Governo israelita quer construir 1.400 casas no terreno da sede da agência da ONU para os refugiados palestinianos em Jerusalém Leste, em terreno considerado internacionalmente um território palestiniano ocupado. Diretor da agência diz que os ataques são um “precedente grave para outras situações de conflito” no mundo.

Com a oposição do Chega e da Iniciativa Liberal, a comissão parlamentar dos Negócios Estrangeiros aprovou a condenação e repúdio da decisão do governo israelita de declarar “persona non grata” o secretário-geral da ONU.
 

Milhares de pessoas saíram à rua em várias cidades por todo o mundo, exigindo o fim do genocídio na Palestina. No sábado, dia 12 de outubro, há manifestação marcada para Lisboa com ponto de encontro às 15h no Martim Moniz.

Em entrevista ao Esquerda.net, a Relatora Especial da ONU para os Territórios Palestinianos Ocupados diz que apesar da ação da justiça internacional e da mobilização da juventude, os últimos doze meses mostraram que para muitos países ocidentais “a vida de um palestino não vale o mesmo que a de um israelita”.

Paulo Ferreira

O navio continua parado depois de ter retirado a bandeira portuguesa. Na Eslovénia, em cujo porto deverão ser descarregados os explosivos destinados a Israel quando o navio obtiver uma nova bandeira, a Amnistia Internacional denuncia os crimes de guerra e defende o embargo de armas a Israel.

Irão diz que ataque é retaliação "legítima" contra atos "terroristas" de Israel. Estados Unidos apoiam Israel e avisam que haverá consequências.

Israel terá lançado ataques terrestre no Líbano durante a noite. Estados Unidos da América apoiam ofensiva militar que significa uma escalada do conflito. Hezbollah nega que os soldados tenham entrado em território libanês.

De acordo com o governo português, até à mudança de bandeira, o navio não poderá entrar em nenhum porto e terá de permanecer ao largo. Bloco de Esquerda diz que esta vitória "mostra que vale a pena lutar".

Numa carta dirigida ao responsável pela diplomacia europeia, dezenas de eurodeputados pedem a Josep Borrell para que inclua estas propostas na ordem de trabalhos da reunião do Conselho da UE, como forma de “restaurar a credibilidade internacional da Europa”. Leia aqui a carta.

Embora deseje desmantelar a capacidade de dissuasão do Hezbollah, Netanyahu não pode iniciar uma guerra global sem assegurar a plena participação dos EUA na mesma, à semelhança da participação de Washington na guerra em Gaza durante vários meses, os meses mais mortíferos e destrutivos.

Gilbert Achcar

José Manuel Pureza explica o fundamento de Direito Internacional em que se baseou a queixa do Bloco sobre o navio com bandeira portuguesa que transporta explosivos para Israel e aponta as consequências que esta inação do governo poderá ter para Portugal.

Bloco de Esquerda e associações do movimento pela libertação da Palestina entregaram mais de 3.000 assinaturas pela retirada do pavilhão português ao navio Kathrin. Mariana Mortágua diz que Paulo Rangel ficará conhecido como "o barqueiro das bombas com que estão a cometer o genocídio em Gaza".