Europeias 2024

Candidata do Bloco ao Parlamento Europeu visitou uma escola multicultural no Monte da Caparica para “aprender com o melhor que temos” e defender que “a inclusão é o melhor de nós”.

No debate entre oito candidatos ao Parlamento Europeu, Catarina Martins defendeu que o investimento na integração dos imigrantes é o caminho a seguir em alternativa à “falsa guerra da extrema-direita a quem vem trabalhar” para Portugal.

A tarefa à nossa frente é a construção de maiorias sociais que permitam abrir mais brechas na muralha neoliberal, dirigindo o projeto europeu no sentido de mais solidariedade, mais justiça social e mais espaço de efetivo desenvolvimento.

José Gusmão e Alexandre Abreu

Fotos de Rafael Medeiros.

O Governo continua sem reconhecer o Estado da Palestina e foi o alvo das críticas de Catarina Martins no jantar-comício que terminou o primeiro dia da campanha bloquista para as eleições europeias.

Catarina Martins escolheu a sua "feira de infância" para marcar o arranque do período oficial de campanha para as eleições europeias de 9 de junho. Fotos de Rafael Medeiros.

Só uma política migratória realista poderá antecipar novas crises, combater as redes de tráfico humano com vias seguras e legais de migração, garantir o acesso ao direito de asilo, acolher dignamente e integrar de forma sustentável. Uma gestão realista é indispensável para combater o discurso de ódio e divisão associado às migrações.

Adriana Costa Santos e Miguel Duarte

Embora haja muito a fazer a nível nacional, a promoção de políticas que possam realmente tornar a habitação em direito – mais habitação pública, mais regulação do mercado – implica a necessidade de uma mudança radical do quadro normativo e das políticas europeias.

Simone Tulumello

Fotos de Rafael Medeiros.

Sessão pública com Marcos Farias Ferreira, professor de Relações Internacionais e candidato independente na lista do Bloco de Esquerda às eleições europeias de 2024.

Nova configuração política saída das negociações para o executivo determina uma campanha em que a extrema-direita, hoje sem eurodeputados, sairá sempre vencedora.

Fotos de Rafael Medeiros.

A aposta nas indústrias de defesa e na construção de um exército europeu – qualquer que seja o seu modelo – como novos motores da integração económica e política da Europa é uma mera fuga para a frente e a resposta trágica dos governos da UE para as gravíssimas crises resultantes da governação económica de orientação liberal que procuram impor-nos como alternativa única para as nossas vidas.

José Manuel Pureza, Marcos Faria Ferreira e Alexandre Abreu

A primeira-ministra italiana encabeça a lista às europeias e vai à frente nas sondagens. O partido 5 Estrelas negoceia a entrada no grupo dos Verdes e o grupo da Esquerda europeia pode voltar a contar com representação italiana.

Novas regras de governação económica, a influência da extrema-direita na direita europeia, o direito ao aborto, a corrupção e a causa palestiniana foram temas em que ficaram claras as diferenças entre os candidatos presentes no último debate a quatro destas eleições europeias.

Os ataques a candidatos da esquerda são o resultado do aumento do discurso de ódio numa campanha em que o candidato da extrema-direita foi obrigado a retirar-se após defender que os membros das SS não eram criminosos.

Catarina Martins criticou a posição do Presidente da República de que “não é o momento adequado” para o reconhecimento do Estado da Palestina. E lembrou a viagem de Mário Soares a Gaza em 1995 “para ajudar a que os acordos de Oslo pudessem fazer caminho”.

As deputadas e deputados que forem agora eleitas irão tomar decisões existenciais, não só sobre o futuro deste continente como do resto do planeta, dada a importância económica, política e até militar da UE no contexto global. Isto numa década que é absolutamente crucial para travar as piores consequências da emergência climática.

Luís Fazendeiro

Os resultados em França terão particular impacto na composição do próximo Parlamento e das possíveis coligações, especialmente com a perda de eurodeputados do partido de Macron. Defesa, Pacto Ecológico e política migratória no centro do debate desta campanha.

Na ressaca das eleições bascas e catalãs, estas eleições europeias em Espanha continuarão dominadas pelos temas nacionais. Com duas exceções: política agrícola e migratória.