Numa escola onde as próprias crianças “constroem inclusão”, onde as mesmas “são ouvidas e há projetos diferentes que resultam na integração”, Catarina Martins repudiou os “discursos de divisão”, criticando quem “quem faça tudo para dividir as pessoas usando argumentos falsos”.
A candidata do Bloco ao Parlamento Europeu elogiou os projetos de comunidade, defendendo que temos de aprender com o melhor que temos e que “a inclusão é o melhor de nós”. Catarina frisou ainda que é preciso acabar com “a exploração de mão de obra imigrante, combater o abuso e promover a integração”.
Europeias 2024
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A dirigente bloquista considera que é preciso uma Europa que invista na Cultura e na Educação e lembrou que a Europa já deu provas que é possível acolher quando é preciso. A esse respeito, deu o exemplo dos oito milhões de refugiados ucranianos acolhidos, vincando que “devemos orgulhar-nos disso”. Catarina quer uma “Europa solidária”, com canais de entrada seguros e verdadeiras políticas e práticas de integração.
A candidata não concorda com a política de externalização de fronteiras, que implica “pagar a outros países para controlar as nossas fronteiras”, com “o nosso dinheiro a ser usado para deixar pessoas a morrer no deserto”.
Sandra Vicente, diretora da escola do Monte da Caparica, falou sobre os projetos em curso neste estabelecimento de ensino, que contam com a intervenção e participação dos alunos e são pensados não só para os próprios mas para a comunidade que a escola serve.