Esquerda com Memória

Luís Carvalho conta-nos a história deste anarquista, resistente antifascista, jornalista, colaborador de vários jornais e revistas como a Seara Nova, o República e O Diabo, secretário do criador do movimento Escola Moderna, professor, tradutor e escritor. Um artigo lido por Carlos Carujo.

Anarquista, resistente antifascista, jornalista, colaborador de vários jornais e revistas como a Seara Nova, o República e O Diabo, secretário do criador do movimento Escola Moderna, professor e tradutor e escritor, Emílio Costa é um exemplo do relevante contributo anarquista para a cultura portuguesa. Por Luís Carvalho.

Hugo Blanco Galdós, o revolucionário peruano que faleceu na semana passada aos 88 anos, esteve em Portugal no ano de 1974, em duas visitas. Apenas um dos muitos obituários que li fazia referência à sua passagem por Lisboa, e a verdade é que o próprio Hugo não a mencionou nas entrevistas biográficas que deu. Por Luis Leiria.

O ditador combatia o marxismo dando dele uma visão de um determinismo economicista que repelia ideias como as “de justiça e de dignidade”. Foi a isto que o anarquista Emílio Costa procurou responder no seu livro. Por Luís Carvalho.

A Casa do Alentejo comemora este sábado cem anos. Uma ocasião para lembrar o papel de quatro dos seus dirigentes na luta contra o fascismo. Por Luís Carvalho.

Álvaro Arranja conta-nos como os estudantes enfrentaram a repressão na Faculdade de Letras de Lisboa e como esta não conseguiu calar a revolta estudantil, mostrando estar a perder o domínio da situação. Um texto lido por Carlos Carujo.

Tipógrafo e revisor na Imprensa Nacional, dirigente sindical, ativista partidário e autor de vários livros de política e teatro, Ernesto da Silva entrou para história da difusão do marxismo em Portugal com a tradução de um livro de Lafargue por volta de 1895. Por Luís Carvalho.

A sessão evocativa da histórica greve dos trabalhadores da Carris terá lugar na estação de Santo Amaro, em Lisboa, no próximo dia 1 de junho pelas 10h30.

Há 50 anos, em 14 de maio de 1973, o governo de Marcelo Caetano encerrou a Faculdade de Letras de Lisboa, culminando um processo de repressão das manifestações estudantis contra a ditadura. Por Álvaro Arranja.

No próximo dia 6 de maio, o Abril é Agora promove uma viagem pela história industrial da região. Existe um número máximo de 40 participantes. Inscreve-te preenchendo este formulário.

No final do dia 25 de Abril de 1974, a PIDE/DGS cometeu os últimos assassinados da sua longa história, matando quatro manifestantes na Rua António Maria Cardoso. Por Álvaro Arranja.

Sublinhou a relação entre a ciência e áreas como a política e a economia. Considerava-a motor da transformação social. E defendeu que países desenvolvidos deviam dedicar parte do trabalho da sua comunidade científica a cooperar com instituições científicas de países subdesenvolvidos. Por Roberto Álava.

Diamantino de Jesus Faustino foi um símbolo do associativismo e da resistência popular à ditadura de Salazar no Ribatejo. Morreu três meses depois de ter saído das garras da PIDE. A Sociedade Recreativa Operária, de que foi presidente, homenageá-lo-á no dia 6 de maio. Por Luís Carvalho.

A República Popular de Almada era uma espécie de piada às tradições de luta do maior concelho da Margem Sul e que, ao mesmo tempo está próximo e distante do Terreiro do Paço.

Nuno Pinheiro

 

O projeto "Mulheres de Abril" teve início em 2018 e reúne relatos de mulheres antifascistas sobre a sua história de resistência e de luta contra a ditadura. Coordenação de Mariana Carneiro.

Mariana Carneiro

prisao

Testemunhos de resistentes antifascistas sobre o seu quotidiano na prisão e/ou na clandestinidade e as estratégias que encontraram para combater o isolamento. Organização por Mariana Carneiro.

Mariana Carneiro

Quando decorrem 75 anos da libertação dos prisioneiros dos campos de concentração e de extermínio nazis de Auschwitz-Birkenau, republicamos este artigo de Mário Tomé, que foi publicado em 1 de fevereiro de 2015.

Mário Tomé

O massacre de que vos quero falar aconteceu connosco. Os intervenientes eram portugueses. Aconteceu em Moçambique a 16 de dezembro de 1972. E é estranho que já ninguém pareça recordar-se dele: é incómodo e por isso tenta-se esquecê-lo. Por Carmo Vicente.

Era estranha esta invisibilidade dos indígenas, a sua quase não humanidade. Uma imensa maioria, 98 % da população, e eram como que inexistentes, surgiam silenciosamente quando necessários e desapareciam quando desnecessários. Por Helena Cabeçadas.

A Guerra Colonial durou mais do dobro da Segunda Guerra Mundial e fez milhares de mortos portugueses e africanos. Urge quebrar o silêncio e desconstruir os mitos em torno deste conflito e do passado colonialista de Portugal. Assim como é imperativo dar visibilidade e garantir direitos às suas vítimas. Dossier organizado por Mariana Carneiro.

Mariana Carneiro