Política

Pedro Filipe Soares sublinhou que este é um “novo processo legislativo que, na prática, só serve para concluir o processo legislativo anterior”, pelo que o Bloco espera que seja rápido no resultado e na garantia dos direitos de todos e todas.

Catarina Martins afirmou que este é um exemplo do que é um Orçamento do Estado que “não cumpre as intenções que são anunciadas” e defendeu que, “mais do que intenções, o SNS precisa de um orçamento e de uma organização que responda pelas pessoas”.

No dia internacional contra a homofobia, bifobia e transfobia, o Bloco de Esquerda entregou um projeto de lei para proibir as chamadas “terapias de conversão”. Joana Mortágua considera-as “um atentado aos direitos humanos, à dignidade e aos direitos de personalidade”. 

Na concentração em Lisboa em que se condenou o assassinato da jornalista Shireen Abu Akleh, Fabian Figueiredo defendeu que o governo português deve condenar inequivocamente todas agressões do Estado de Israel, reconhecer a Palestina como Estado independente e proibir a importação e comercialização de bens e de colonatos.

Acabar com o assédio imobiliário e reabilitar casas com um programa público que as disponibilize a preços sustentáveis são propostas que Catarina Martins transmitiu na visita às famílias em risco de despejo no Casal do Gil, em Lisboa.

No final da reunião da direção bloquista, Catarina Martins anunciou uma proposta para "garantir que as casas destinadas à habitação sejam mesmo para habitação e não para o alojamento local", na sequência do recente acórdão do Supremo Tribunal de Justiça.

Jovens do Bloco voltam a promover o Acampamento Liberdade no parque de campismo de S. Gião, em Oliveira do Hospital, entre os dias 14 e 18 de Julho. As inscrições já estão abertas.

Em conferência de imprensa, Mariana Mortágua apresentou 10 medidas “para combater os efeitos da inflação e proteger o poder de compra das famílias”, entre as quais um imposto sobre lucros extraordinários, o aumento intercalar do salário mínimo e pensões e a redução do IVA da eletricidade e gás natural.

Costa e Silva criticou o Governo anterior por ter travado a exploração de combustíveis fósseis na costa algarvia e desafiou as empresas a apresentarem novos projetos, apesar da lei os proibir. Mariana Mortágua diz que "o Governo não pode ter duas caras" e exige que o primeiro-ministro se pronuncie sobre o caso.

 

“É inexplicável como é que o PS se recusa a tributar fortunas criadas em segundos na internet enquanto mantém o IVA da eletricidade e não aumenta os salários num contexto de inflação", afirma Mariana Mortágua.

Catarina Martins considera inaceitável que se mantenha um decreto-lei que prevê apenas questões de saúde sexual e reprodutiva para mulheres em idade fértil. Defendendo que falamos de escolhas que “não são apenas das mulheres, são de todas as pessoas”, o Bloco pretende mudar esta legislação.

Procuradora Geral quer anular a declaração de inconstitucionalidade do armazenamento de dados de tráfego e localização das comunicações de todas as pessoas. Bloco critica quem ignorou os avisos feitos nos últimos 14 anos.

Em resposta a Adão e Silva, Joana Mortágua defendeu que intermitência não tem de ser precariedade e que os direitos dos trabalhadores da Cultura têm de ser mais protegidos, como o provam casos em que o Estado devia assumir as suas responsabilidades como a Fundação Côa Parque, Serralves e a Casa da Música.