Opinião

Bruno Maia

Como é que uma farmacêutica pode exigir cobrar preços tão exorbitantes por um medicamento, ao ponto de colocar em risco as contas públicas de estados inteiros (estados do grupo dos ricos, entenda-se)?

António Lima

O Governo PSD/CDS/PPM dos Açores assume que estes dados são uma fatalidade, porque sabe que são consequência da sua política, ao propor uma redução da idade da reforma com base neles. Até o seu novo plano de combate à pobreza, que demorou cinco anos a fazer, ficou na gaveta.

Bruna Oliveira Lemos

Que 2026 nos traga um Primeiro-Ministro que perceba que gostamos de futebol, sim, mas gostamos mais de ter casa, médico, escola e salários que acompanhem o custo de vida. Não o seu salário nem o do CR7. O do português comum.

José Soeiro

Nas vésperas da greve geral, o Governo publicou dois diplomas que mudam aspetos centrais do combate ao trabalho não declarado. Além da denúncia, há que exigir que estes diplomas sejam submetidos ao crivo sindical e sejam chamados à apreciação parlamentar.

Pedro Amaral

Não nos podemos esquecer que a democracia só o é se houver processo democrático e este faz-se com a abertura e justiça para a participação, mas também, claro!, com a participação.

Vicente Ferreira

Como Ficar Rico em 2025?”, questionou a revista The Economist. No entanto, a resposta da revista é menos animadora: a melhor estratégia parece passar, cada vez mais, por nascer na família certa. A revista chamou a este fenómeno a “nova herançocracia”.

Rebeca Moore

Nada é inevitável: nem o pacote laboral, nem o crescimento da extrema-direita, nem mesmo o recuo da esquerda. O sucesso da greve, expresso na paralisação do país e na raiva transformada em força, abriu uma janela de oportunidade. E agora, onde cabe essa raiva que nos cresce nos dentes?

Eduardo Couto

Como se diz a um filho que o Pai Natal foi a casa dos colegas, mas não à sua? Como se responde quando ele pergunta, se fez alguma coisa errada? É aí que o Natal deixa de ser apenas uma festa e passa a expor, sem filtros, as desigualdades inerentes ao sistema capitalista.

Tiago Ribeiro

Falar de 1998, da Expo e do referendo, é para mim falar de centralismo contra regionalização: a Expo revitalizou Lisboa e mostrou ao mundo um país modernizado, mas reforçou também a ideia de um poder concentrado numa capital que continua a comportar-se como centro de um velho império.

Francisca Sousa

Independentemente de ideologias políticas, ideias e sindicatos, é comum a ideia de que os trabalhadores são o motor do sistema e que não vai ser este governo e este pacote laboral que vai fazer com que anos de luta por mais direitos caiam por terra.

José Manuel Pureza

Quem quer estabilidade na casa, no trabalho e na saúde, não pode ficar refém da direita identitária.

Manuel Afonso

Pensamos juntos nas melhores maneiras de responder àquele “Tio Facho” que, na consoada, vitupera contra os imigrantes, a corrupção e a criminalidade. Por vezes, compilamos dados e argumentos numa espécie de “manual” para discutir com o “tio facho”.