Chegar à Europa e ficar preso num centro de detenção, recomeçar a vida num país estrangeiro, em risco de se ser agredido, discriminado e sexualmente explorado.
“Há pleno emprego entre os doutorados”. Quem concordar com esta declaração lunática do ministro Manuel Heitor está apto para se consagrar como guionista de filmes de ficção científica.
Imaginemos um dia em que as mulheres não vão ao supermercado, não vão trabalhar, não vão à escola, não vão à faculdade, não fazem tarefas domésticas, um dia de greve feminista.
Dizer que o governador do Banco de Portugal goza de crédito, só mesmo como um exercício de ironia. Acreditar nessa possibilidade é exercício de fé, dedicado e extremoso.
Nos últimos anos, o feminismo tem estado na rua, também em Portugal, contra estas violências e a cultura da discriminação - e não pediu licença a ninguém pra fazê-lo. Se há coisa que não falta por cá são motivos para uma greve destas [internacional de mulheres].
Os exames reduzem a escola à sua função e ao seu funcionamento mais tradicional. Estamos na altura de fazer com que acabem ao longo da escolaridade obrigatória (9º ano).
Os privados uniram-se em cartel para ameaçar a ADSE. Salvar o SNS passa por salvá-lo das garras do negócio abutre que não cuida verdadeira da saúde de quem precisa.
O feminismo é uma coisa de mulheres e de homens. É por causa da democracia e dos direitos de todos/as que eu sou feminista e apoio a greve feminista de 8 de março.
Mais de metade dos 278 municípios do continente decidiram rejeitar, no todo ou em parte, a transferência de competências da administração central em 2019, no âmbito do chamado processo de descentralização acordado entre PS e PSD.