Procuramos soluções, discutimos as que já existem e, enquanto tudo isto se passa, as mulheres vão morrendo às mãos dos seus agressores. Há, contudo, um trabalho que tem vindo a ser desenvolvido e que merece ver a sua concretização.
O “novo” ministro Tiago Brandão Rodrigues parece crer convictamente no mito urbano de que se ignorarmos um problema com muita força ele eventualmente acabará por desaparecer.
Não será fogo fátuo antes tão real quanto ele incidirá sobre a vida das pessoas. De repente, as medidas pesadas da CGD. Outra vez, a credibilidade da esquerda à prova assim como a segurança e tranquilidade dos mais velhos.
A "geringonça" e outras máquinas foram ao teste das peças. Há quem entenda que o PS venceu por "poucochinho" ao obter uma percentagem maior do que a soma de percentagens de toda a Direita.
António Costa quis encerrar o ciclo da geringonça, remetendo essa experiência para um breve parêntesis na nossa história política. Agora, terá a tentação de agitar a “estabilidade política” como chantagem.
A Madeira precisa que a esquerda comprometida com a defesa dos mais frágeis, que defende salários dignos, que exige impostos mais baixos, que é portadora da esperança num futuro melhor para as nossas gentes se mobilize e ‘renasça das cinzas’.
Nunca houve três mulheres negras no Parlamento. Num Parlamento cada vez mais paritário graças aos avanços da lei da paridade de género, a eleição de três deputadas negras transformou-se um dos factos mais importantes das legislativas de 2019.
1. O PS ganhou as eleições sem maioria absoluta. Esse objetivo foi cumprido, com o contributo decisivo do Bloco de Esquerda. António Costa formará Governo e resta saber como vai querer negociar soluções daqui para a frente.