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André Julião

Jornalista e deputado municipal do Bloco de Esquerda

Artigos do Autor(a)

20 de Novembro, 2019 - 20:55h

E já faz três anos que o primeiro-ministro António Costa deixou a promessa de “erradicar o amianto, essa substância cancerígena, dos espaços públicos”.

23 de Outubro, 2019 - 23:34h

O problema da presença de amianto nas escolas portuguesas tem sido tratado pelas autoridades públicas com leviandade e desleixo.

16 de Outubro, 2019 - 23:07h

O “novo” ministro Tiago Brandão Rodrigues parece crer convictamente no mito urbano de que se ignorarmos um problema com muita força ele eventualmente acabará por desaparecer.

12 de Agosto, 2019 - 14:15h

Casos há em que as equipas de remoção de amianto são contratadas para retirar telhas e coberturas em fibrocimento e acabam por remover muitos outros materiais bem mais perigosos.

4 de Julho, 2019 - 10:41h

No que toca ao meio-ambiente, vivemos em Loures numa espécie de faroeste, onde impera a lei do mais forte, e ao elo mais fraco – as populações – cabe baixar a cabeça sem tugir nem mugir.

28 de Maio, 2019 - 10:37h

Os perigos do fibrocimento variam consoante o seu grau de degradação, mas a verdade é que a grande maioria das escolas de Loures está hoje deteriorada, em mau estado, gasta, velha, em péssimo estado de conservação.

10 de Abril, 2019 - 12:33h

Loures é hoje um concelho em “ponto-morto” e o grande perigo do “ponto-morto” é que ou a máquina para, quando perde a velocidade, ou descamba ribanceira abaixo.

21 de Fevereiro, 2019 - 10:34h

Queremos mesmo dizer à próxima geração que tem de começar uma vida do zero já com uma dívida acumulada superior a 10 mil euros às costas? E que, com esse encargo mensal, ainda tem de pagar uma renda, comer, vestir-se e pagar os transportes todos os dias para o emprego?

2 de Janeiro, 2019 - 13:23h

Em 2019, o valor orçamentado para o Contrato Local de Segurança em Loures está reduzido a uns insignificantes 55 mil euros, tornando claro que nem o Governo central nem o executivo municipal consideram este projeto uma prioridade para os respetivos mandatos.

12 de Outubro, 2018 - 00:37h

Na “nova economia” não há vencimentos fixos, horários, férias ou fins-de-semana. Trabalha-se sempre que há trabalho. Enquanto ainda há trabalho. Todos passamos a ser empresários de nós próprios.

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