Opinião

Pedro Filipe Soares

É muito mau o sinal dado pelo Governo português ao não comparecer à chamada mundial pelo clima, sendo Portugal o país europeu mais ameaçado pela subida do nível médio do mar e dos que mais sofrerão pelo risco de incêndio. Acaba por legitimar as ausências dos chefes de governo de países poluidores.

Miguel Guedes

O PR, ao não assumir a verdadeira e real motivação do "adiamento" das eleições para 30 de Janeiro, omite ao país a racionalidade da sua decisão.

André Julião

António Costa promete ficar na História como o primeiro-ministro que perdeu a oportunidade de melhorar efetivamente a vida das novas gerações.

Helena Pinto

Não, não é o orçamento mais à esquerda e o PS recusou qualquer tipo de negociação para colocar esquerda no orçamento. Lamentável. Vamos ver qual o resultado deste puro calculismo.

António Lima

Na política nacional iremos para eleições porque há um governo que não quer aprovar medidas que melhoram o SNS... nos Açores há um governo regional em risco de cair porque um dos partidos que o apoia quer cortar 100ME de euros em investimento público e acabar com a SATA.

José Soeiro

O artigo do secretário de Estado pretende apenas, desajeitadamente, aniquilar um debate iniciado de modo sério . Estamos disponíveis para esclarecer todo o detalhe técnico destas medidas , retirando o debate do frenesim eleitoral do PS.

João Bernardo Narciso

A ordem neoliberal vigente legitima-se vendendo um sonho. Um paraíso de liberdade plena, de luxo e de bem-estar material. Esta lógica do cada um por si vai-nos sendo forçada de várias formas, fazendo-se passar por algo desejável e atrativo, mascarando a sua verdadeira essência.

Joana Mortágua

E quanto a Portugal? O “exemplo verde” apresentado pelo primeiro-ministro António Costa na COP25 desta vez faltou à chamada e juntou-se a ausências como a da China, Brasil e Rússia. Entendo que o ministro Matos Fernandes não goste, mas talvez a jovem Greta não tenha assim tão pouca razão.

Vasco Barata

Quem procura casa para a arrendar já se confrontou com este problema: contratos de um ano que, cada vez mais, vêm com a cláusula de “não renovável”. A proposta da esquerda era retornar ao prazo mínimo de 5 anos de contrato de arrendamento. O PS rejeitou esta proposta.

Francisco Louçã

Pode Costa pensar que terá ganhos de curto prazo com uma trovoada eleitoral recusando soluções na saúde ou na justiça social, ou no emprego e salários. Só que o que tem que ser tem muita força.

Fernando Rosas

Segundo os oráculos nem é preciso votar. A coisa já está decidida e a sentença antecipada: a esquerda consumir-se-à no fogo dos infernos e o regresso ao bloco central ou à direita, desenha-se certo nos despojos sacrificiais da razão.

O primeiro-ministro não quis verdadeiramente negociar o Orçamento e, perante essa recusa, o presidente da República decidiu dissolver o Parlamento.