Lula ganhou as eleições presidenciais brasileiras com mais cerca de dois milhões de votos que o liberal-fascista, Bolsonaro. Numas eleições em que o que estava em causa era a própria Democracia.
De acordo com o que foi possível apurar, e foi já tornado público por vários cidadãos e movimentos cívicos, a estratégia para a cultura nos Açores, passará pela terra queimada. O objetivo parece ser destruir totalmente qualquer vestígio de possível futuro para as e os profissionais do setor.
Segundo o Programa Alimentar Mundial da ONU, 828 milhões de pessoas, mais de um décimo da Humanidade, vai dormir cada noite com fome. Cerca de 45 milhões estão a morrer de fome.
O simbolismo desta Cimeira do Clima ser no Egito é duplo. Por um lado, a realização da COP no continente africano chama justamente a atenção para a urgência deste pacto de “Perdas e Danos” entre os países mais ricos e o Sul Global. Por outro, a escolha do Egito é altamente problemática.
Caras feministas liberais, não deixem cair a agenda que conseguiram consensualizar com as outras, as incapazes de esquecer que mais de um quarto das mulheres portuguesas vive com o salário mínimo.
O Governo pretende atrair mais “nómadas digitais”, mas são os locais que nas cidades portuguesas se viram obrigados a carregar as suas tralhas de porta em porta. Bem-vindos ao regime do Socialismo Summitismo.
O problema não reside apenas nas vacinas da cólera. Enquanto todas as vacinas não forem tratadas como um bem público, teremos sempre fabricantes que durante uma inédita subida de casos, optam por abandonar a produção de forma a reorientar recursos para outras atividades mais lucrativas.
O Orçamento de Estado para 2023 continua a abandonar o Algarve – não há investimento público, obras estruturantes há muito anunciadas continuam a não passar do papel, os investimentos nos Hospitais de Faro e de Portimão ficam por fazer...
Barcelos e os barcelenses não precisam da manutenção de um contrato que já se provou ser ruinoso para o concelho, que apenas serve para escoar dinheiro do bolso dos habitantes diretamente para a carteira de privados.
Não assistimos ainda a uma explosão social. Há várias explicações que se conjugam: a expectativa do aumento do salário mínimo, os acordos feitos pelo governo com sindicatos e patrões... Há um outro obstáculo sobre o qual temos de falar: o corporativismo sindical.
Este torrão não é de açúcar, esta história ainda não tem um final feliz, nem uma família foi realojada em condições aceitáveis. Mesmo que houvesse boas soluções para estas dezenas de pessoas, continua a haver milhares, naquele torrão esquecido.
Nisto adoro o dr. Raposo. Não há mais ninguém na extrema-direita que se rebaixe ao ponto de apresentar este racismo social com vestes de pseudociência.