Angra do Heroísmo é cidade património mundial da UNESCO desde 7 de dezembro de 1983, o que significa que este será o quadragésimo ano desde que recebeu essa distinção. Angra está em risco de perder a classificação que a distingue no panorama nacional.
Gastar do erário público 5,4 milhões de euros para construir um altar é uma ofensa ao sofrimento por que passa a maioria do povo português, é um escândalo, é um ato contra os ensinamentos do evangelho, é um ato contra a república laica.
Para este início de 2023, reúno nestas linhas alguns gestos recentes da vida artística e cultural açoriana. A escolha é pessoal e, mesmo que não tenha qualquer feição partidária, não deixa de ser, claro, política.
A inteligência artificial e a automação dos processos de certificação, distribuição e controlo dos apoios sociais estão a assassinar a Segurança Social — e o crime já avançou muito caminho.
Lisboa é a cidade que gastará até 35 milhões de euros (previsão até ao momento) num evento religioso, dos quais já mais de 6 milhões são para, apenas, um altar e a sua fundação de estrutura. Estes valores trazem para cima da mesa o debate sobre as prioridades do executivo da direita para a cidade.
A criminalização do consumo de drogas como proposta por Rui Moreira e apoiada, contra todo o bom senso, pelo PS no Porto – a criminalização do consumo na via pública – teria como resultado apenas a criminalização das pessoas a quem Rui Moreira falhou pela sua negligência.
Porque é que os colegas do ensino profissional são transparentes para a tutela? A escola inclusiva é obrigatória se queremos uma sociedade em toda a gente pode ter voz. Sr. Ministro, não discrimine os professores que a tornam possível.
A herança das governações socialistas no Ensino Superior, com destaque para as maiorias absolutas, são o desejo da Direita portuguesa concretizado por terceiros. Precisamos de devolver às Universidades, Politécnicos e Centros de Investigação a liberdade científica devida e a democracia.
O facto de que as greves por distritos se mantêm elevadas, mesmo depois das reuniões de dia 20, são um sinal de que a luta vai continuar. Dia 11 será uma grande manifestação nacional em Lisboa, porque este é TEMPO de SER, TEMPO dos PROFESSORES.
Qual a razão para tanto silêncio em torno do número das pessoas que se encontram numa situação de precariedade e cujo patrão é o Governo Regional?O que acontecerá a estas pessoas? Espera-as o desemprego?
A responsabilidade de nomeação não pode morrer solteira, nem deve dar entrada nos cuidados paliativos, caucionada por um estado policial que mine a separação de poderes.
Usando e abusando da maioria absoluta, o Governo não vai cumprir a lei que regula o aumento das pensões e reformas, atacando os direitos de pensionistas e reformados, gente que já não produz, pouco importa.