Um relatório da entidade que coordena o Sistema Integrado de Gestão de Fogos Rurais alerta que “sem intervir com escala na restante área verde, deixámos acumular nos últimos seis anos” “vegetação fina, arbustiva e arbórea” e isso “irá alimentar incêndios mais rápidos e severos que podem queimar mais de 750 mil hectares num só ano.”