Opinião

Miguel Martins

Se queremos políticas justas e solidárias, que de facto sirvam os interesses da maioria da população, não podemos ficar em casa. A luta por um país melhor, pela transformação da realidade em que vivemos, passa por cada uma e cada um de nós.

José Manuel Pureza

Segundo Galtung, estudar a paz não se faz na distância assética entre o investigador e a realidade, é sim a produção de um conhecimento comprometido com a transformação da realidade das violências.

Manuel Afonso

Nós, a esquerda, somos a expressão política dos de baixo. A direita sabe-o, mas aposta forte em fazer o país crer no inverso. Foi isso que os exasperou na referência de Mariana à sua avó.

Pedro Filipe Soares

O voto útil é como o “Sozinho em Casa”, só que em modelo campanha eleitoral. Já sabemos o enredo, o desfecho e até conseguimos reproduzir algumas das falas antes mesmo de serem ditas pelas personagens.

António Lima

A polarização causada pela crise política, associada à campanha assente no medo, subtraíram à esquerda. O Bloco não conseguiu contrariar essa tendência e não cumpriu os seus objetivos. Ainda assim, resistimos e fomos a quarta força, num contexto muito difícil para a esquerda.

Carlos Couto

A região de Viseu tem sido drasticamente afetada pelo aumento dos preços da habitação, seja para compra ou para arrendamento. Basta estar atento às notícias económicas deste sector para conseguir perceber o drama em que se encontram os habitantes da região.

A perda de vidas inocentes palestinas não pode ser ignorada. Não podemos fingir que nada está a acontecer enquanto um povo é massacrado, num iniquo e inaceitável processo de culpa coletiva. Precisamos de menos danos colaterais humanos e abrir caminho para a paz.

Shahd Wadi

Num corpo palestiniano mora um homem de Gaza. É sentado, mas é à força. As suas mãos, atadas, perderam o movimento. Observo a fotografia e aproximo o meu ouvido do som do corpo palestiniano.

Vicente Ferreira

A AD pede-nos para “acreditar na mudança”. Mas o programa que apresenta é um misto de medidas de eficácia muito duvidosa com outras que representam essencialmente a continuidade do modelo de crescimento da última década, assente na monocultura do turismo e na bolha imobiliária.

Joana Mortágua

A maioria absoluta do PS escolheu privilegiar a especulação. A escolha do Bloco é o direito à habitação. Escolhemos travar os abusos e garantir casas para morar. Escolhemos tetos máximos para as rendas, diferenciados segundo a zona e a tipologia.

Roberto Almada

É preciso recordar que há décadas que o Bloco, e outros partidos da oposição, alerta e denuncia “ligações perigosas” entre os poderes políticos e os grupos económicos nesta Região.

Pedro Filipe Soares

Os bancos apresentam lucros recordes. Serão 5 mil milhões de euros, quase 2% do PIB nacional. São ganhos abusivos, imorais porque feitos à custa das dificuldades das famílias com os créditos que subiram como uma flecha. A Caixa tem de ser chamada para baixar o valor dos créditos.