"Mais do que nunca, as novas políticas devem atuar na margem". Esta foi a frase escolhida por Mário Centeno, durante a 10.ª conferência do Banco de Portugal, para defender a limitação dos apoios do Estado à economia, em volume e duração.
Com a detenção dos que mataram Ihor, continua a haver uma irresponsabilidade política inaceitável. Uma estrutura que não conseguiu evitar um caso destes não se pode manter.
O silêncio da diplomacia e da sociedade portuguesa como um todo face à ocupação colonial do Sahara Ocidental é indigno. O acordo de paz de 1991 foi violado pelos ocupantes e os confrontos militares estão de volta.
Sendo a liberdade de opinião um valor constitutivo da vida democrática: como qualquer outro órgão de comunicação, a rede social deve ser responsabilizável pela informação que veicula, bem como a pessoa que a emite.
Desde março que não há clientes, o verão não foi metade do que devia ter sido e o natal pode nem acontecer. Desde o início da pandemia já encerraram 111 lojas na Baixa de Lisboa.
Está na hora de assumir que a Ciência precisa de financiamento a sério e que não é num modelo que entrega migalhas de concurso em concurso que vai criar robustez e dignidade ao setor e ao trabalho dos seus profissionais.
Só a partir deste compromisso real com a destruição das estruturas supremacistas na nossa sociedade, que nasce de uma postura conscientemente crítica, será possível emancipação social e a construção de um país ativamente antirracista. Por Andreia Galvão
O que ocorre no Centro Hospitalar Tâmega Sousa insere-se no panorama nacional em que se adia o reforço do Serviço Nacional de Saúde com a transferência de verbas que possibilitem a instalação devida de condições físicas e de equipamentos, bem como a contratação de pessoal.
Para um cidadão comum que nenhuma especial qualificação tem no domínio da saúde, que reflexão e tranquilidade (ou inquietação) pode suscitar tal frase: “a saúde é um direito”?
Ninguém, por mais longe que esteja politicamente do PSD, pode conceber que este partido tenha resolvido romper a cerca sanitária com o fascismo, a xenofobia, o racismo ou a misoginia.