A direita nos Açores tem companhias que dizem muito sobre quem ela é. Companhias que não são uma imposição, são uma clara opção de direção política do PSD, do CDS e do PPM. De Bolsonaro a Bolieiro há um Chega de distância.
No mês em que, uma vez mais, Lisboa se enche de nómadas digitais e empreendedores, que se fala mais de unicórnios do que de habitação para quem cá vive, nunca é demais relembrar: a cidade é de quem nela vive, não de quem a quer vender.
Após eleições, a segmentação do voto diz-nos muito sobre os reais benefícios de extremar posições na disputa eleitoral, sobre os temas que constroem a verdadeira agenda das urnas e o elemento diferenciador que alavanca vitórias à justa ou por curta margem.
A vontade do Governo da República é a de chamar a todo o vapor estes trabalhadores remotos, algo que o PS, CDS e PSD também querem aqui na região dos Açores.
O PSD tem óbvias dificuldades em apresentar alternativas às políticas do Governo. E o PS vê cair do céu a possibilidade de desviar as atenções de vários escândalos.
Uma das entidades concorrentes a financiamento bianual na área da dança foi a Companhia Clara Andermatt, uma companhia com 30 anos que fica pela primeira vez sem financiamento.
Lula ganhou as eleições presidenciais brasileiras com mais cerca de dois milhões de votos que o liberal-fascista, Bolsonaro. Numas eleições em que o que estava em causa era a própria Democracia.
De acordo com o que foi possível apurar, e foi já tornado público por vários cidadãos e movimentos cívicos, a estratégia para a cultura nos Açores, passará pela terra queimada. O objetivo parece ser destruir totalmente qualquer vestígio de possível futuro para as e os profissionais do setor.
Segundo o Programa Alimentar Mundial da ONU, 828 milhões de pessoas, mais de um décimo da Humanidade, vai dormir cada noite com fome. Cerca de 45 milhões estão a morrer de fome.
O simbolismo desta Cimeira do Clima ser no Egito é duplo. Por um lado, a realização da COP no continente africano chama justamente a atenção para a urgência deste pacto de “Perdas e Danos” entre os países mais ricos e o Sul Global. Por outro, a escolha do Egito é altamente problemática.
Caras feministas liberais, não deixem cair a agenda que conseguiram consensualizar com as outras, as incapazes de esquecer que mais de um quarto das mulheres portuguesas vive com o salário mínimo.