Cultura

A Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, em parceria com o forumdoc.bh (Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte) e o Cinema Trindade, apresenta uma Mostra de Cinemas Indígenas, no Cinema Trindade.

O cineasta português Rui Simões vai estrear aos 80 anos, no dia 25 de abril, a longa-metragem “Primeira Obra”, o seu primeiro filme de ficção em 50 anos de carreira.

Rainha de Inglaterra é a expressão que se usa para designar alguém que parece ter poder, mas que o tem de forma simbólica. Nem sempre foi assim, e neste país, a arte foi e continua a ser um instrumento do poder. Uma viagem ao século XV e à pintura de Holbein permite-nos ver isso. Por Nuno Pinheiro.

Numa carta aberta à RTP, 210 artistas apelam ao boicote ao festival caso Israel participe no evento. Entre eles estão o músico Sérgio Godinho, o radialista Nuno Calado e Cristina Clara, finalista da edição portuguesa do festival.

O realizador de vários dos maiores sucessos do cinema português contemporâneo morreu esta quarta-feira. Era também uma homem de muitas causas, da defesa da televisão pública, ao direito a morrer com dignidade, contra a privatização da TAP, entre tantas outras.

Eu, capitão mostra o drama (e terror) de jovens refugiados que têm a Europa como miragem. A jornada é uma descida aos círculos do inferno: clima hostil, ambiente inóspito, brutalidade e corrupção – enquanto a pureza do seu coração é colocada a prova. Por José Geraldo Couto.

Apesar de ter sido tragicamente extinta pela ascensão do fascismo, a Viena Vermelha foi uma ilha de organização socialista e de poder dos trabalhadores que merece ser lembrada. Por Veronika Duma e Hanna Lichtenberger.

Num palmarés dominado pelas causas, Hong Sang-Soo venceu o Grande Prémio do Júri, com A Traveler's Needs, ao passo que o inventivo Bruno Dumont recebeu o Prémio do Júri para L'Empire. Mãos no Fogo, de Margarida Gil, ficou fora dos prémios. Por Paulo Portugal.

O manifesto de imigrantes brasileiros em apoio ao Bloco de Esquerda vai ser apresentado esta sexta-feira em Lisboa. Promete-se “um dia repleto de conversas, música, política, arte e solidariedade radical”.

De músicos como Sérgio Godinho e Jorge Palma, a escritores como José Luís Peixoto ou a encenadores e realizadores como Sara Barros Leitão, Manuel Pureza e Margarida Gil, são muitos os artistas que declaram apoio ao Bloco nestas eleições.

A Associação MUTIM lamenta “a significativa disparidade de género na composição dos jurados dos concursos de 2024”, lembrando que a “diversidade dos jurados que avaliam os seus concursos, a nível de género, idade, classe, origem geográfica e cor, deve ser uma prioridade do ICA”.

O país vai a eleições no próximo dia 10 de março, para eleger os membros da Assembleia da República para a 16.ª legislatura de Portugal, no ano em que se comemoram os 50 anos da Revolução do 25 de Abril.

Eduardo Gageiro é um dos nomes fundamentais da fotografia portuguesa, com um percurso que se inicia no final dos anos 50 e que continua, tem uma obra essencial para compreender as últimas décadas de Portugal. A exposição que está na Cordoaria dá-nos a oportunidade de a conhecer. Por Nuno Pinheiro

Profissionais da Cultura voltam a juntar-se em frente à Assembleia da República para colocar as "questões da arte e da cultura no debate político”, apelando para a urgência em “construir uma política para a cultura que dê condições de trabalho aos profissionais e oportunidades de fruição por parte do público.”

Investigação, a ser apresentada por D. Américo Aguiar na Biblioteca do Palácio Galveias, em Lisboa, a partir das 18h, e depois no Porto e em Faro, dá a conhecer um conjunto de realidades presentes em Portugal e de que poucas vezes se fala, e apresenta propostas de transformação social para o futuro do país.