Ambiente

Os estudos de impacte ambiental deixam de ser requeridos nos projetos de loteamento, o deferimento tácito passa a ser regra, reduzem-se prazos para emissão de pareceres e licenças, elimina-se a participação de entidades e verificadores nos procedimentos ambientais. Más notícias defendem os ambientalistas.

Um relatório da Greenpeace do Reino Unido explica que o sul global foi "usado como local para despejar lixo". A ONG defende que as crises climática e ecológica são um legado do racismo sistémico e que as pessoas racializadas sofrem desproporcionalmente com os seus efeitos.

O Investigate Europe mostra que o governo português foi um dos que expressou fortes críticas às medidas. A Comissária Europeia da área diz que não é possível “continuar com os negócios do costume” e propõe-se uma redução para metade até 2030.

Ativistas denunciaram as grandes empresas de celulose, acusaram o governo de ter falhado nas promessas que fez há cinco anos e afirmam que “hoje há mais abandono e mais eucalipto”.

A associação ambientalista diz que a maior parte dos edifícios do país são ineficientes energeticamente e que os apoios à eficiência energética precisam ser melhorados. É preciso um “investimento crucial” na renovação que teria “um impacto extremamente relevante para a sociedade”.

“A desresponsabilização pelos incêndios levada a cabo por António Costa nos últimos dias tem sido vergonhosa e inaceitável”, critica um coletivo, que defende a necessidade de uma “floresta reguladora do clima, protetora e geradora de solos, água, biodiversidade e salvaguarda das populações”.

Antropóloga Beatriz Matos contou como foram os dias de agonia após o desaparecimento de Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips, assassinados por pescadores ilegais no Amazonas.

Governo decretou situação de contingência  em todo o território continental até sexta-feira. Temperaturas podem chegar aos 47°C em alguns pontos do país.

Um painel internacional de peritos alerta para a redução da biodiversidade. A sobre-exploração de recursos, as alterações climáticas, a poluição e a desflorestação estão a colocar em grave risco de extinção um milhão de espécies. Com elas, é também a sobrevivência de muitas pessoas que está em causa.

Salvaguardar o planeta requer a construção de uma contra-hegemonia. O que é preciso é transformar a presente cacofonia de opiniões num senso comum ecopolítico capaz de orientar um projeto de transformação amplamente compartilhado. Este novo senso comum só pode ser anti-capitalismo. Por Nancy Fraser.

Ambientalistas da Ação 1.5 defendem que “não preparar uma transição agora é preparar o terreno para um encerramento à conveniência dos acionistas milionários da Galp, tal como aconteceu em Matosinhos”.

As partículas foram detetadas em produtos de supermercados e em explorações pecuárias neerlandesas, mas os impactos na saúde humana ainda são desconhecidos.

Maioria dos eurodeputados aprovou a proposta de taxonomia verde europeia, que inclui os investimentos em infraestruturas de gás e  nuclear na categoria de energias limpas. "Quando os lóbis apertam, a maioria entra na linha", reagiu o eurodeputado José Gusmão.

Um estudo publicado na revista Nature Geoscience conclui que a expansão e subida de intensidade do anticiclone que condiciona o clima na Península Ibérica está relacionada com o aquecimento global provocado por ação humana.

No início do Roteiro pela Justiça Climática em Braga, a coordenadora do Bloco diz que a construção do aeroporto no Montijo só beneficia a concessionária que no fim do contrato "vai-se embora e nos deixa com um aeroporto inundado e um desastre ecológico".