Sociedade

Aumentos salariais, as 35 horas semanais e o aumento de dias de férias são algumas das reivindicações que levam os trabalhadores à luta na véspera da Jornada Mundial da Juventude.

Ainda sem resposta do Ministério da Justiça às suas reivindicações, os funcionários judiciais avançaram esta sexta-feira para uma greve geral. Matérias como contratações, promoções e a integração do suplemento de recuperação processual no vencimento estão na base do protesto.

Mais de metade dos pedidos ocorreram em Lisboa e Porto. Somam-se aos números oficiais os "despejos invisíveis", que são a maioria e abrangem, por exemplo, a não renovação de contratos.

Em comunicado, dez organizações locais e nacionais sublinham que não faz qualquer sentido a realização, no dia 22 de julho, de “um espetáculo anacrónico, degradante e desumano, com que a maioria dos portugueses não se revê”.

Esta quinta-feira teve lugar a primeira audiência de um processo judicial inédito, apresentado por um estafeta em Portugal, contra uma plataforma de entregas multinacional. O trabalhador reivindica a sua readmissão e a formalização de um contrato de trabalho. Sessão terminou sem acordo.

A sede da empresa e a quinta no Gerês de Armando Pereira, responsável da Altice Europa, foram alguns dos locais visitados pela Autoridade Tributária. A venda de património da antiga PT está sob suspeita.

A EDP recorre à externalização de operações essenciais para a sua atividade. Os trabalhadores querem direitos equiparados àquela empresa e lutam contra a pressão nos postos de trabalho.

Coeficiente de atualização das rendas determina aumentos de 8% em janeiro de 2024, caso o Governo não volte a aplicar norma travão. Associação Chão das Lutas denuncia abusos da banca no crédito à habitação.

Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil informa que a transportadora aérea cancelou até ao momento 69% dos voos que partiriam do Porto, Lisboa e Faro entre 21 e 25 de julho. EasyJet é acusada de ter um “regime de rentabilidade máxima e remuneração mínima”.

Afundada numa montanha de dívidas, a gigante Thames Water procura financiamento dos acionistas para evitar nacionalização parcial. Demissão de Guterres frustrou venda planeada por Sócrates e Mário Lino em 2000, que ambos desmentiram uma década depois.

Concentração desta segunda-feira protestou em defesa da liberdade sindical e contra as represálias a quem fez greve este ano por se opor à obrigação de fazer a limpeza geral da loja após o trabalho.

Em 2022, os clientes dos bancos portugueses transferiram 7.400 milhões de euros para offshores, o valor mais alto em quatro anos.

Reconhecido como um dos maiores medievalistas portugueses, o historiador teve, igualmente, um papel fundamental na modernização dos arquivos nacionais e municipais. À frente da Torre do Tombo, colocou Portugal em contacto com o Conselho Internacional de Arquivos.

Por ocasião da morte do historiador José Mattoso, o Esquerda.net republica o texto de opinião da sua autoria, publicado a 21 de agosto de 1999 no jornal Público, sobre as razões que o levaram a aderir publicamente ao Bloco, que identificava como “uma esperança para os próximos tempos”.

Mariana Mortágua participou este sábado na Marcha do Orgulho LGBTI+ do Porto. Enfrentando a decisão autoritária do autarca Rui Moreira, que "quis boicotar" este dia de luta e celebração, milhares de pessoas marcharam pelas ruas do Porto.

Um inquérito a mais de dois mil funcionários públicos sobre o Sistema Integrado de Avaliação de Desempenho da Administração Pública comprovou a perceção negativa, com 90% a considerá-lo injusto.

Três anos após o assassinato do cidadão ucraniano Ilhor Homeniuk, "parte substancial das novas regras" anunciadas à época continuam por aplicar. Por exemplo, não há “botões de pânico” e videovigilância em todas as salas do centro do SEF no Aeroporto de Lisboa.

No dia em que os deputados vão votar as medidas do "Mais Habitação" o movimento Casa para Viver anuncia o regresso às ruas. Eurostat diz que o preço das casas e das rendas em Portugal aumentou no primeiro trimestre o dobro da média da zona euro.

 

Membros do movimento ATERRA entregaram no Ministério das Infraestruturas nove mil assinaturas a exigir a reposição dos comboios noturnos internacionais que ligavam Portugal a Espanha e França até à pandemia. Mas da reunião com Galamba não trouxeram promessas de empenho do Governo.

A administração do grupo mineiro recusa ir além dos aumentos de 2% ou 36 euros e não permite a realização de plenários. Sindicato avança para paralisação de duas horas ao início de cada turno.