Legislativas 2024

Mariana Mortágua respondeu à nova investida da direita sobre o exemplo da sua avó, prometendo que "estamos aqui para defender as avós, para defender os idosos, para defender toda a gente que foi atacada por aquela lei cruel".

Em Aveiro, Mariana Mortágua criticou o PS por estar entretido a discutir as condições para viabilizar um governo de direita. E reafirmou que o voto no Bloco é a garantia de uma maioria para fazer o que a maioria absoluta recusou: "a proteção de quem trabalha".

Em visita à Bosch, Mariana Mortágua defendeu que “trabalho por turnos com direitos e descanso, salário, subsídio de turno e reforma antecipada é o mínimo que podemos fazer para respeitar toda a gente que trabalha e ajuda a construir este país”.

Os trabalhadores da Amtrol Alfa, em Guimarães estiveram em protesto em frente às instalações da empresa. Lutam por aumentos salariais e pela contratação coletiva. Bruno Maia, Isabel Pires e Sónia Ribeiro estiveram presentes, em solidariedade com a luta dos trabalhadores.

Numa sessão em Guimarães, Mariana Mortágua responsabilizou PS e PSD pela crise na habitação e desmontou os argumentos de que as medidas que a resolveriam não são possíveis porque “a UE não deixa”, como limitar as rendas, proibir a venda de habitações a não residentes e pôr a Caixa a baixar juros à habitação.

Numas eleições que podem ser "decisivas para travar a extrema-direita e para dar um rosto mobilizador à esperança", mais de uma centena de brasileiros a residir em Portugal apelam ao voto no Bloco de Esquerda a 10 de março.

Mariana Mortágua foi a Miranda do Douro insistir que "a EDP vai ter de pagar os seus impostos" que deve a esta terra. E diz que quem assistiu ao debate entre Pedro Nuno Santos e Luís Montenegro ficou "desiludido" com a falta de soluções.

Iniciativa “O Douro é mais do que um rio” juntou cinco candidaturas do Bloco de Esquerda dos distritos de Bragança, Guarda, Porto, Vila Real e Viseu, numa viagem de comboio de Campanhã ao Tua para debater coesão territorial, mobilidade e questões ambientais e climáticas.

Em visita à Feira de Espinho, Mariana Mortágua lembrou as propostas do Bloco para aumentar as pensões e para combater o empobrecimento das pessoas mais idosas, e sublinhou que são os votos neste partido que permitem trazer soluções justas para quem trabalhou, ou ainda trabalha, para construir este país.

Na despedida dos debates televisivos, Mariana Mortágua e Inês Sousa Real divergiram nas medidas de resposta à crise na habitação e no apoio do PAN ao regime do PSD/Madeira.

Debate entre as líderes do Bloco de Esquerda e do PAN para as eleições legislativas de 10 de março de 2024.

No jantar-comício do Bloco em Coimbra, o historiador e cabeça de lista pelo distrito defendeu que é "confrontando o PS com as suas limitações que podemos avançar". A jurista e ativista Mariana Rodrigues, segunda candidata bloquista, apontou os baixos salários e o "sufoco das rendas" como os grandes incentivos da maioria absoluta à emigração da sua geração.

Em Coimbra, Mariana Mortágua defendeu que o voto dos jovens pode decidir a eleição e começar a construir a vitória na resposta à emergência climática, à precariedade e à falta de habitação acessível. Sobre a Madeira, diz que a crise do regime laranja "só pode ser resolvida em eleições".

No debate com Mariana Mortágua, Pedro Nuno Santos defendeu esta sexta-feira que "não é possível" o Estado dar ordens ao banco público para cortar nos juros do crédito à habitação. Em novembro afirmou que a medida "é correta" e "faz sentido".

Líderes do Bloco e do PS deixaram marcadas as suas diferenças nas respostas à crise na saúde e habitação. Mariana Mortágua diz que é preciso virar a página da maioria absoluta, Pedro Nuno Santos responde que não exclui o Bloco de uma solução de governo.

Debate entre os líderes do Bloco de Esquerda e do Partido Socialista para as eleições legislativas de 10 de março de 2024.

Debate entre os líderes do Bloco de Esquerda e da Iniciativa Liberal para as eleições legislativas de 10 de março de 2024.

Habitação, saúde e impostos foram os temas em que Mariana Mortágua e Rui Rocha expuseram as suas diferenças e trocaram algumas acusações no debate de quinta-feira.

Ambientalistas querem colocar a gestão da água e dos rios na agenda política, num momento em que o país está "no limiar da sobrevivência face à rapidez das alterações climáticas e, em particular, face à degradação da quantidade e qualidade das águas superficiais e subterrâneas e respetivos ecossistemas”.

Em visita à baixa de Algés, Mariana Mortágua alertou para as consequências da especulação imobiliária, que não só penaliza quem não consegue pagar casa como também afeta a capacidade de absorção da terra. Líder do Bloco apresentou ainda propostas para garantir transportes públicos acessíveis e de qualidade.