Israel

Toda a população da Faixa de Gaza, de 2,23 milhões de pessoas, enfrenta níveis elevados de insegurança alimentar aguda e metade da população já está numa situação de “fome catastrófica”. Guterres exige a Israel e à comunidade internacional que previnam o "impensável, inaceitável e injustificável".

Numa carta aberta à RTP, 210 artistas apelam ao boicote ao festival caso Israel participe no evento. Entre eles estão o músico Sérgio Godinho, o radialista Nuno Calado e Cristina Clara, finalista da edição portuguesa do festival.

O momento que se vive na Palestina é terrível e sem precedentes. No discurso utilizado por Israel, na intensidade e propósito das políticas de eliminação. Mas devemos compreender que os projetos coloniais de colonatos que se desintegram estão sempre a usar os piores meios para tentar salvar o seu projeto. Por Ilan Pappe.

Amnistia Internacional e Human Rights Watch acusam o governo de Israel de não cumprir as decisões vinculativas daquela instituição, colocando ainda mais em perigo os palestinianos. ONU foi obrigada a reduzir a metade ajuda humanitária e António Guterres diz que ataque a Rafah seria “o último prego no caixão” da assistência.

Votação no Conselho de Segurança da ONU resultou em 13 votos a favor e um contra, com a abstenção do Reino Unido. EUA também instaram Tribunal Internacional de Justiça a não ordenar cessar fogo. Entretanto, mortandade em Gaza agrava-se e Programa Alimentar Mundial teve de suspender apoio.

Pedro Sánchez e Leo Varadkar escreveram a Ursula von der Leyen a pedir que a Comissão Europeia reveja os seus acordos comerciais com Israel face às violações do direito humanitário por parte deste país em Gaza.

Josep Borrell frisa que ação de Israel é desproporcionada e que número de mortes é insuportável. Chefe da diplomacia europeia enfatiza ainda que agência da ONU tem de ter condições para atuar no terreno. Ataque israelita a Rafah faz cerca de cem mortos.

Mais de 200 personalidades de várias áreas apelam a que todos os partidos democráticos candidatos às eleições legislativas se comprometam, durante a campanha, com o reconhecimento do Estado da Palestina.

Manifestação Nacional Palestina Livre decorre este sábado, 10 de fevereiro, nas cidades de Lisboa, Braga e Faro, às 15h, e em Angra do Heroísmo, às 11h, pelo fim genocídio do povo palestiniano, um cessar-fogo permanente e para que se abra caminho à criação de um Estado livre e independente.

Os ativistas contestam o patrocínio da universidade a um "evento de propaganda israelita". Principal orador insinuou na televisão que António Guterres espera que o Qatar lhe financie uma ONG quando sair das Nações Unidas.

Enquanto o mundo tem os olhos postos em Gaza, as forças israelitas continuam a matar na Cisjordânia. Amnistia Internacional contou mais de 500 assassinatos em 2023 e este ano mais 61 até 29 de janeiro.

Nesta entrevista ao portal israelita +972, a relatora especial das Nações Unidas Francesca Albanese fala da acusação da África do Sul de genocídio em Gaza e da luta pelo poder que se desenrola na arena jurídica.

O Coletivo pela Libertação da Palestina organiza uma Mostra de Cinema Palestiniano, para conversar e imaginar uma Palestina livre, de 2 a 4 de fevereiro, no espaço cultural Casa Comum, em Lisboa. Por Cinema Sétima Arte.

Concentrados nos segmentos de luxo e turismo, centenas de milhões de euros foram investidos por empresas de Israel em imobiliário no Porto.  Manifestantes pela habitação contestam entrada de “capital sionista” no Porto, Francisco Assis falsifica conteúdo dos cartazes.

Duas super-potências mundiais e três potências regionais invadiram o pequeno país. Algumas para proteger um regime assassino mas todas destruíram quaisquer aspirações políticas independentes entre o povo sírio, dividindo-o e negando aos sírios a promessa de um futuro diferente. Por Yassin al-Haj Saleh.

Tribunal Internacional de Justiça ordena a Israel que tome todas as medidas ao seu alcance para impedir a prática de atos genocidas, bem como garanta a entrada de assistência humanitária em Gaza. Governo israelita já garantiu não acatar decisão.

Amnistia Internacional, Oxfam ou Save the Children figuram entre as 16 organizações humanitárias que exortam os países da ONU a pararem de contribuir para a matança em Gaza. Massacres e atropelos à lei internacional sucedem-se e prisões israelitas transformaram-se num verdadeiro “inferno”.

Coletivo “Palestina em Português” lançou uma petição para instar o Governo a declarar apoio à queixa apresentada pela África do Sul contra Israel no Tribunal Internacional de Justiça.

Secretário-geral da ONU dá o exemplo de Gaza, Ucrânia ou Sudão e sublinha que esta impunidade decorre da atual fragmentação da comunidade internacional. António Guterres afirmou que Netanyahu tem recusado todas as suas tentativas de contacto desde 7 de outubro.

Enquanto se espera uma decisão preliminar sobre o caso de genocídio contra Israel interposto pela África do Sul no Tribunal Internacional de Justiça, a Indonésia e a Eslovénia anunciaram que se juntarão a uma outra acusação que corre nesta instância.