Greve

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses convocou uma greve que abrange os enfermeiros do setor público e social para o dia 15 de março, com paralisação das oito da manhã à meia noite.

Os salários estão perto do salário mínimo, estes trabalhadores continuam sem revisão da carreira desde 2008 e não têm suplemento de risco. José Soeiro marcou presença para demonstrar a solidariedade do Bloco face a estas carreiras “completamente desfasadas da realidade”.

“Os trabalhadores conseguiram chamar a atenção para as suas reivindicações e para a falta de resposta da empresa”, afirmou um  dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura, Indústria, Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal.

Baixos salários, cortes nos prémios, objetivos de desempenho “impossíveis de atingir", trabalhadores a acumularem várias funções sem devida formação ou compensação, são algumas das motivações para a jornada de luta.

Os trabalhadores estão em luta por aumentos salariais de 150 euros este ano. Querem ainda que "para tarefas iguais, sejam garantidos salários e direitos iguais, aplicando a todos os trabalhadores o Acordo Colectivo de Trabalho da EDP.

A greve por tempo indeterminado deveria começar este sábado. Um aumento salarial de 10% fez com que a paralisação fosse desconvocada.

Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário convoca greve de dois dias, a 29 de fevereiro e 1 de março, para os trabalhadores da CP da Estação do Oriente, em Lisboa, devido à falta da resolução dos problemas e do agravamento das condições de trabalho.

O Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional agendou uma nova greve total de 24 horas para o dia 22 de fevereiro. Governo ainda não aprovou o novo sistema de avaliação de desempenho.

A greve ao trabalho suplementar e feriados na indústria de hotelaria, turismo e restauração do Norte entrou em vigor no dia 1 de fevereiro e prolonga-se até 2 de janeiro de 2025.

Trabalhadores dizem que a administração ameaçou deslocalizar a fábrica para Marrocos se fizessem greve. A resposta foi uma adesão de 80% a esta luta pelo aumento salarial e do subsídio de refeição, criação de diuturnidades e o pagamento do trabalho ao sábado e feriado como trabalho suplementar.

A última vez que tinha havido uma greve geral de jornalistas foi em 1982. A jornada de luta aprovado no 5º Congresso dos Jornalistas será em solidariedade para com os trabalhadores da Global Media mas também para alertar para o estado do jornalismo.

 

Mariana Mortágua esteve na manhã desta quarta-feira com os trabalhadores da Global Media em greve para demonstrar a solidariedade do Bloco com a sua situaçã. E destacou a importância do jornalismo para a defesa da democracia.

Pré-aviso do Sindicato dos Jornalistas referente à greve  dos trabalhadores da Global Media Group, agendada para dia 10 de janeiro, prevê também uma paralisação solidária nacional de jornalistas, nesse mesmo dia, entre as 14h e as 15h.

Trabalhadores de operação, comando, controlo, informação, gestão de circulação e conservação ferroviária exigem regularização da sua profissão, melhores condições de trabalho e aumentos salariais.

Órgão alerta que a suspensão de “todas as prestações de serviço” a partir desta segunda-feira, ordenada pela Comissão Executiva do Global Media Group, significa “calar todos os colaboradores do JN, de Norte a Sul do País, da Cultura ao Desporto”. Jornalistas do grupo fazem greve a 10 de janeiro.

Duas das federações sindicais que estavam num processo de luta pela melhoria de salários e de condições de trabalho anunciaram que chegaram a acordo com o governo da região. De fora ficou uma terceira federação de trabalhadores da saúde que, porém, anunciou uma “trégua mediática” até 15 de janeiro.

Esta sexta-feira e no próximo dia 26 os trabalhadores da empresa de entregas param. A sua administração é acusada de “não tratar bem os trabalhadores” e de “não dar uma resposta digna e justa” às reivindicações “cada vez mais atuais” por causa do aumento do custo de vida.

O Sitese diz que o ano foi lucrativo mas não houve atualização da tabela salarial e a associação patronal recusa rever o acordo coletivo de trabalho. Para os trabalhadores, “a sua dignidade não é um presente de Natal, é um direito”.

O pré-aviso entregue pelo Fiequimetal abrange todo o ano. Os trabalhadores lutam pela efetivação do descanso compensatório e das percentagens de acréscimo remuneratório do trabalho prestado em dia feriado, pela negociação da Contratação Coletiva, contra o desemprego e pelo emprego de qualidade com direitos.

Um grande fundo de pensões dinamarquês anunciou que venderia as ações da empresa devido à posição da Tesla sobre acordos coletivos de trabalho. Os trabalhadores de um sindicato dos transportes finlandês vão-se juntar ao boicote à empresa. E um tribunal sueco recusou a tentativa de acabar com o bloqueio das entregas postais.