Aumentos salariais, valorização das carreiras, negociação do Acordo de Empresa, criação de comissões de Saúde e Segurança no Trabalho em todos os armazéns e substituição do calçado de segurança por modelos mais leves e confortáveis. Este é o caderno reivindicativo que leva os trabalhadores da empresa de entregas DHL à greve esta sexta-feira e no próximo dia 26.
A DHL, que faz a distribuição de empresas como a Sonae Fashion, Auchan, Wells, NOS Comunicações, Gato Preto ou EDP e o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, informou que existirão dois piquetes de greve: no Armazém Sonae, na Azambuja, e no DHL Armazém Auchan, em Vila Nova da Rainha.
Esta nova jornada de luta segue-se à greve na DHL Supply Chain realizada a 13 de dezembro. O CESP escrevia então em comunicado que a empresa, dado o anúncio de lucros, “tem todas as condições para aumentar os salários dos trabalhadores” num valor “nunca inferior a 100 euros”.
A administração era ainda acusada de “não tratar bem os trabalhadores que fazem bater o coração da empresa” e de “não dar uma resposta digna e justa” às reivindicações “cada vez mais atuais” por causa do aumento do custo de vida.