Política

Esta quarta feira, o coordenador nacional do Bloco de Esquerda, João Semedo, lembrou que se tem vindo a registar em Portugal "uma quebra muito acentuada nos salários" e acusou o Governo de “esconder isso para continuar a insistir na política de redução dos salários”. Bloco requereu "todos os elementos enviados ao FMI no decurso do trabalho que estava a ser realizado".

A Câmara Municipal da Nazaré assumiu que mandou retirar os cartazes da candidatura bloquista no concelho, numa flagrante violação das regras democráticas na campanha eleitoral. O Bloco já apresentou queixa na Comissão Nacional de Eleições.

Cavaco Silva promulgou a lei que aumenta o horário de trabalho na Função Pública. Tal como havia prometido quando a lei foi aprovada no Parlamento, o Bloco de Esquerda irá juntar-se a outros deputados no pedido de fiscalização da lei pelo Tribunal Constitucional.

O documento do FMI relativo à sétima avaliação do memorando defende que é preciso cortar mais nos salários para aumentar o emprego. Mas a conclusão foi tirada a partir de dados do Governo que escondiam dois terços dos cortes salariais efetuados no ano passado, pondo em causa a tese da "rigidez salarial".

O braço-direito de Passos Coelho para negociar com a troika explicou esta terça-feira aos militantes laranja que "as dívidas têm que ser todas pagas" pelo país. Mas o mesmo Carlos Moedas dizia em 2010, quando a dívida era muito menor, que a única saída de Portugal era dizer aos credores que não a podia pagar, abatendo 20% a 30% da dívida do país.

À medida que o Estado empurra cada vez mais trabalhadores para fora, há funções essenciais que ficam asseguradas por contratados através de empresas de trabalho temporário, falsos recibos verdes, estágios ou contratos de inserção. O Bloco de Esquerda quer ver divulgados os números da contratação atípica no Serviço Nacional de Saúde.

O patrão da indústria alemã, Ulrich Grillo, quer que “cada Estado membro da união monetária que atravesse dificuldades financeiras” transfira património estatal para o Mecanismo de Estabilidade europeu”, para “uma redução da sua divida”. Em relação à Grécia, Grillo fala de “empresas do setor da energia, portos, aeroportos ou imobiliárias”.

A coordenadora do Bloco criticou a concessão a privado do abastecimento de água decidido pela câmara de Odivelas, durante uma visita aos SMAS de Loures.

A CNE obrigou a câmara do Porto a repor cartazes do Bloco, que tinha retirado. José Soeiro, cabeça de lista à câmara do Porto, saudou a vitória da cidadania e declarou: “É possível vencer a direita na cidade do Porto”.

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O coordenador do Bloco de Esquerda João Semedo reiterou esta segunda-feira considerar “chocante” que o trabalho dos bombeiros no combate aos fogos não tenha ainda merecido uma homenagem pública da parte do Presidente da República e do primeiro-ministro.

O assédio só pode estar enquadrado na área na violência contra as mulheres, portanto da violência de género ou a violência machista, e será analisado como mais uma demonstração da relação de poder que a sociedade patriarcal estabelece. Por Adriana Lopera e Elsa Almeida.

Centenas de pessoas estão a usar a publicação de Cavaco Silva, onde envia as condolências à família de António Borges, para lembrar o silêncio em relação à morte recente de três bombeiros. Um utilizador chega mesmo a dizer que “a celeridade a enviar condolências à família de quem ateia fogos sociais, não é a mesma para com a família daqueles que morrem a defender a sociedade dos fogos reais”.

Lembrando que Passos Coelho afirmou estar muito empenhado em “construir um país e uma sociedade em que o Estado deixe de extorquir dinheiro aos portugueses”, o coordenador nacional do Bloco questionou “como é que se pode aceitar tanta lata, tanto descaramento, tanta vergonha de um primeiro ministro que fez o maior aumento de impostos de toda a história da democracia portuguesa?”.

O coordenador nacional do Bloco, João Semedo, afirmou este sábado que “todos os recursos financeiros do Estado servem para pagar juros exorbitantes” lembrando que os contribuintes portugueses foram confrontados com um aumento médio de 42% no IRS para custear os mais de 1032 milhões de euros em juros à troika.

Portaria utilizada para justificar a destruição dos documentos relacionados com os swaps prevê que os mesmos só podem ser eliminados ao fim de 20 anos. Ministério das Finanças alega que as regras não se aplicam a papéis de trabalho. Bloco lamenta opacidade que rodeia este caso.