A retirada das estruturas metálicas com os cartazes da campanha autárquica do Bloco na Nazaré, sem sequer notificar o partido como é obrigatório por lei, é “ilegal e ilegítima”, acusa a candidatura do Bloco, encabeçada pelo dirigente sindical dos pescadores, Joaquim Piló.
Face ao desaparecimento das estruturas, o Bloco/Nazaré pediu explicações ao executivo camarário. No ofício de resposta, a Câmara assumiu ter retirado a propaganda bloquista com “o intuito de se evitar a invasão de propaganda política em locais nobres do concelho”, ao mesmo tempo que informava que as estruturas retiradas poderiam ser levantadas nas oficinas municipais.
Mas quando os militantes bloquistas ali se dirigiram para recolher as estruturas metálicas, constataram que afinal elas “estão desaparecidas”, pelo que seguiu já uma queixa à Comissão Nacional de Eleições a descrever a situação e a acusar a Câmara de “lesar a campanha, a atividade política e as finanças” da candidatura.