Opinião

Álvaro Arranja

Que haja portugueses a apoiar o discurso nacionalista castelhanista/espanholista é algo de muito estranho. Esta direita portuguesa estaria certamente a apoiar Miguel de Vasconcelos…

Alexandra Manes

Como podem ver, este é um Governo Wonderbra. Faz “push-up” a valores, prometendo o que não pretende cumprir; seduz, mas engana a população residente nos Açores. É assim como os soutiens Wonderbra… engana e ilude. Cria as mais belas mentiras.

Rodrigo Sousa

É urgente começarmos a fazer as exigências necessárias que tanto precisamos: uma mobilização por aqueles que realmente não desistem do nosso Estado Social, da justiça e da igualdade fraterna, por aqueles que querem levar este país a sério.

António Lima

As últimas semanas significaram que os Açores mergulharam num pântano político por responsabilidade total do governo regional de direita, do PSD, CDS e PPM e dos partidos que garantiram a sua existência e governação até aqui, CH e IL.

Miguel Martins

As maiorias absolutas nunca deixaram saudades, tal como a de António Costa. Não há estabilidade quando os salários e pensões que não chegam ao fim do mês. Do que nos valem contas certas e a aparência de estabilidade quando o nosso futuro e a nossa vida estão a ser roubadas?

Joana Mortágua

No Portugal dos anos 90, a Sara Tavares foi vanguarda contra a herança colonial e racista que pairava (e paira ainda) no ar do pós-25 de Abril, contra o machismo impregnado na nossa sociedade. Ninguém ficou indiferente ao impacto da Sara, musical e humano.

Francisco Louçã

O primeiro-ministro israelita convoca a autoridade religiosa para justificar a morte ou expulsão do povo palestiniano, o que a selvajaria não alcançou nem em Guernica, nem em Mariupol, nem em Alepo.

Alexandra Manes

Nestes 3 anos de governação de direita assistimos a uma luta de egos partidários, colocando-se pobres contra miseráveis, através de discursos de fomento ao ódio e à criação de falsas expetativas à classe média, sem nunca colocar em causa os grupos poderosos desta Região.

Vicente Ferreira

Portugal é hoje o 2º país europeu com menor peso das empresas públicas na economia. O Estado, que sempre desempenhou um papel central no processo de inovação, perdeu boa parte das competências e estruturas necessárias para o planeamento económico.

Bruno Martins

Centrar o debate político nas escolhas concretas que dão resposta aos problemas reais da vida dos cidadãos será o grande desafio da campanha eleitoral que se avizinha. Corremos o sério risco de termos uma campanha vazia de conteúdo e que procurará apelar apenas às emoções mais básicas.

Aurora Ribeiro

Agora que já se percebeu que uma transição energética é incontornável, os grandes grupos financeiros não querem perder as relações de exploração que os enriqueceram, ou a influência institucional que têm. Propõem formas de transição que não transitam nada.

António Lima

Os mesmos que votaram contra, este ano alegremente votarão a favor com a mesma falta de vergonha com que rejeitaram, em 2022, garantir estabilidade a mais de seiscentos trabalhadores essenciais da saúde e com isso reforçar o SRS.