Opinião

Luís Monteiro

Estamos sem Governo. Sem Governo com capacidade de governar. Não tem confiança de ninguém, nem dos mercados que tanto defendem.

João Ricardo Vasconcelos

Este Governo caiu de podre, implodiu, gripou, deu o berro. Prolongar a sua existência é um erro tremendo, bom apenas para os humoristas.

Mariana Carneiro

Catorze secretários de Estado e dois ministros depois, eis que se demite Paulo Portas, aquele que assumiria, com a queda de Vítor Gaspar, o segundo lugar no governo. Felizmente, a sua decisão é, segundo o próprio, “irrevogável”. A morte há muito anunciada do governo confirma-se, só o primeiro ministro se mantém em estado de negação.

Francisco Louçã

O ministro que sai acusa os ministros que ficam de não saberem o que querem ou, se sabem, de não lutarem pelo que querem. Na tempestade, o navio está à deriva.

Ana Cansado

A alegria das trabalhadoras da Vestus, que desde a falência da fábrica de têxteis de Corroios em 2002 iniciaram uma luta prolongada pelos seus direitos, não tem tanto a ver com a verba recebida mas com o reconhecimento de que a sua luta valeu a pena.

Joana Mortágua

O critério nacional e o critério de classe dão às formações políticas da esquerda nacionalista basca uma especificidade que é só delas: o direito a ter um Estado significa a possibilidade de o disputar para a esquerda, para uma relação de forças em que o trabalho pesa sobre o capital.

Nuno Moniz

Não há maior prova do isolamento deste Governo que as candidaturas envergonhadas da direita que têm surgido para as próximas eleições autárquicas.

José Manuel Pureza

Mandela sintetizou na valentia da sua rutura com o racismo institucionalizado e na firmeza da sua resistência o melhor de que a humanidade é capaz. Devemos-lhe isso.

Rita Gorgulho

Sr. primeiro ministro, o país precisa das greves que for preciso para o senhor perceber que este não é o caminho, e que queremos tudo a que todos temos direito: paz, pão, saúde, educação.

José Maria Cardoso

É tempo de ter consciência do indecente e servil papel deste desprezível governo.

Mariana Aiveca

A greve será um exercício de democracia, um grito de revolta, um contributo para desbravar esperança no presente e confiança no futuro que nos querem roubar.

Sandra Cunha

E a quem diz que não vale a pena lutar, peço que viaje no tempo e que se recorde de todos os direitos que a humanidade veio alcançando. Que repare no exemplo recente da luta dos professores, aqui e agora, no nosso país.