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Greve Geral para desbravar esperança no presente

A greve será um exercício de democracia, um grito de revolta, um contributo para desbravar esperança no presente e confiança no futuro que nos querem roubar.

Hoje a luta é de todas e todos.

Os tempos que vivemos exigem que não consideremos esta greve geral como mais uma luta. Amanhã é o dia da luta pela defesa do emprego, do salário, da pensão, da defesa do Estado Social e dos serviços públicos.

Da defesa do direito ao trabalho, contra a precariedade.

Do direito aos apoios sociais contra o desprezo com que o governo trata os mais frágeis e vulneráveis.

Do direito que temos de ter um governo capaz de fazer crescer a economia, condição essencial para fazer avançar o país.

Os tempos que vivemos exigem que na greve geral confluam todos os descontentamentos. Dos trabalhadores aos pensionistas, dos desempregados aos comerciantes, dos precários aos estudantes, das forças de segurança aos comerciantes e pequenos empresários.

E será desta onda que se quer gigantesca que se fará parar as políticas da desgraça a que este governo está a submeter todo um povo.

As empresas e setores que têm vindo a anunciar a sua adesão a esta greve dão-nos conta de que ela terá êxito e representará um passo importante no derrube deste governo.

A greve será um exercício de democracia, um grito de revolta, um contributo para desbravar esperança no presente e confiança no futuro que nos querem roubar.

As manifestações convocadas para todo o País traduzirão a vontade de mudança, dirão bem alto que “está na hora”, de afirmar a liberdade, e rasgar o caminho em sentido contrario.

Eu faço Greve Geral

Sobre o/a autor(a)

Dirigente do Bloco de Esquerda, funcionária pública.
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