O agressor tem de afastar-se da família que agride, não podem ser as vítimas a ficar sem o seu lar. Não podemos fechar os olhos a tantas situações em que o perigo está eminente.
O vice-presidente do Governo Regional tem feito por afirmar, como se de um soundbyte se tratasse, que os açorianos podem continuar a contar com um maior rendimento comparativamente aos continentais e madeirenses.
Não basta querer virar as praxes do avesso, ou seja, tornar o abuso aceitável e a prática violenta numa coisa apetecível. Cair na falácia argumentativa da praxe boa e da praxe má, maquilhando um flagelo social, é varrer o pó para baixo do tapete.
Não imagino que o paradigma da democracia seja deixar os fascistas fazerem a única coisa que os mobiliza e sabem fazer: atacar a democracia e os democratas, na esperança de acabarem com ela e com eles.
Finalmente, “pinturas suspeitas vão a exame”. A notícia é positiva, a pressão do debate público surtiu efeito. Mas diz o diretor do MNAA que se trata de satisfazer uma “curiosidade mórbida”...
Hoje, em Barcelos, quatro testemunhas num processo de violência doméstica foram degoladas pelo agressor que estava a ser julgado por bater com um ferro na família.
Eis que no primeiro dia inteiriço da primavera, um ainda presidente do Eurogrupo e um ainda coordenador autárquico antecipam os tempos quentes com elevada dose de loucura.