Foi importante parar o projeto da direita para a destruição do nosso serviço público de saúde, mas é fundamental voltar a construir um SNS geral, universal e gratuito.
Já toda a gente percebeu que há uma razão para os correios serem públicos na maioria dos países europeus e que nunca deviam ter sido privatizados. Mas é melhor começar a fazer alguma coisa, que só o arrependimento nem mata nem faz nada.
O acordo feito em 2015 respondia e responde ao essencial: travar a austeridade e recuperar rendimentos, parar a terraplanagem de direitos sociais e a delapidação dos serviços públicos. Mas, para responder pelo país, é preciso mais.
Defender a Madeira é levá-la à bancarrota? É criar uma dívida para o povo pagar e que serviu sobretudo para enriquecer meia-dúzia? É fazer obras inúteis - novo cais, marina do Lugar de Baixo, cota 500 e outras - e atirar para Lisboa as culpas de não termos um novo hospital?
Na pós-tomada de posse do novo executivo local, surge uma miraculosa proposta de resolução, ou não, para o contencioso do serviço de abastecimento de água e saneamento no nosso concelho.
Eu sou prejudicada com esta greve, assumo! Mas entre as minhas encomendas e 800 pessoas que podem perder os seus trabalhos, as encomendas perdem toda a importância.
Porque não podemos beneficiar da utilização medicinal da canábis? A resposta é simples: porque é ilegal, dado que a nossa lei ainda se baseia em vários preconceitos e dogmas que nos estão, literalmente, a fazer mal à saúde.
Não é possível escamotear o quanto a qualidade do emprego, o “melhor emprego”, tem sido prejudicada pela crescente desregulamentação de direitos associados ao trabalho e que o Governo mantém por reverter.