A mudança política em 2015 abriu um parêntesis na ofensiva neoliberal em Portugal. Para que não se feche, este parêntesis implicaria opções precisas, hoje ausentes e, portanto, uma diferente relação de forças entre o PS e a esquerda.
Há imagens que não se esquecem e que definem as pessoas. Uma delas é a de Rui Rio num barco, no Rio Douro, a abrir uma garrafa de champanhe com os seus convivas enquanto assiste à demolição de uma das torres do Bairro do Aleixo.
Está a ser criado mais emprego em Portugal? Qual é a qualidade do emprego criado? A precariedade está a aumentar ou a diminuir? A rotatividade dos trabalhadores nas empresas é elevada? Este artigo responde com clareza a todas estas perguntas.
Poderão, na mesma ilha e até mesmo na mesma infraestrutura, conviver atividades tão exigentes e tão sensíveis, quanto são os transportes e a logística, com a atividade militar, ainda para mais, quando falamos da maior potência militar mundial?
Como aconteceu por todo o continente americano, a oligarquia brasileira herdou o poder colonial, ignorando e reprimindo os indígenas “índios” e os escravos negros.
Chegou a hora de transformar radicalmente a escolaridade obrigatória, tornando-a acessível e motivadora para toda a população escolar. Podemos começar por acabar de vez com os exames e tornar o acesso ao ensino superior independente deste mecanismo.
Dando uma vista de olhos pelo tão esquecido Plano de Revitalização Económica da Ilha Terceira salta-me à vista a total desresponsabilização do governo norte-americano na questão das casas que serviram de habitação aos militares norte-americanos e suas famílias.