Opinião

Vítor Franco

72 anos depois, contratos ao dia ou até dois contratos por dia, as praças de jorna na sua novel forma aplicada aos estivadores de Setúbal.

Alexandra Manes

É tempo de acordarmos e de não temer chamar o fascismo pelo seu verdadeiro nome. O fantasma que percorre o mundo vai-se aninhando na Hungria, na Polónia, na Itália, nos E.U.A., nas Filipinas, e hoje no Brasil.

Francisco Louçã

O Brexit começou mal e acabará mal, com a União Europeia a responder da pior forma à sua maior crise de sempre.

Nuno Pinheiro

A maioria dos portugueses pode não ser mobilizável contra a tourada, mas isso não que dizer que a aprecie. Nas camadas mais jovens a oposição às touradas cresce, assim como a consciência sobre os direitos dos animais.

Marisa Matias

A complacência com os vistos gold contrasta com a desumanidade face a migrantes e refugiados. Não é tarde para lidar nem com uma, nem com outra.

Filipa Afonseca

A forma de precarização, porventura mais sofisticada, contínua viva na legislação laboral, que não traz soluções concretas para os jovens, que procuram apenas uma vida (a sua vida).

A recente aprovação da estratégia municipal da intervenção sobre a prostituição pela Câmara Municipal de Lisboa corresponde a manter a velha lógica de pensamento abolicionista.

José Soeiro

É impossível não notar. Pegado à ponte da Arrábida – um monumento nacional que se tornou símbolo do Porto – há um estaleiro instalado e um monstro a nascer.

A partir do próximo ano letivo a propina máxima na universidade passará de 1068€ para 856€. É a primeira vez na história da propina, iniciada em 1992, que o seu valor é reduzido.

António Lima

Esperemos que seja mesmo em 2019 que o investimento público nos Açores da responsabilidade do Governo da República há muito prometido, inscrito e adiado seja concretizado.

João Fraga de Oliveira

O que aqui se visa é chamar a atenção para um domínio social que, para além de do SNS ser suporte, também muito solicita a sua missão, organização, profissionais de saúde e meios.

Francisco Louçã

Porventura (...) por simples desejo gaullista, Macron assume a pose de um monarca, e daí esta reverência pela autoridade das figuras militares do passado, sejam quem forem.