Agora que Marcelo sugeriu que o Estado financie a comunicação social para evitar o seu estrangulamento é relevante a definição de padrões de referência.
No âmbito do Orçamento do Estado para 2019, o Bloco de Esquerda voltou à carga com a mesma proposta, para salvar o Museu. Depois, o PS veio juntar-se… Ambas acabariam aprovadas por unanimidade.
Já me emocionei muitas vezes no Parlamento Europeu. Sei bem que o lugar não é associado a tais sentimentos. Também já senti frustração, desalento, tristeza, mas deixem-me falar-vos da emoção.
Num tempo de exigência ética como o que vivemos, o pior que se pode fazer é encolher os ombros e esperar que as pessoas esqueçam nomes como Silvano ou Cerqueira.
Surpreendeu-me a sua posição ofendida sobre a aprovação, pelo parlamento, da integração das vacinas da meningite B, do rotavírus e do HPV para os rapazes no Plano Nacional de Vacinação.
As pessoas distinguem entre o empenho em encontrar soluções ou um Governo e um partido que se deixa tomar pela vertigem da maioria absoluta e pela ansiedade eleitoral.
Os professores ganharam um símbolo, isso não lhes basta para decidir a contenda. A coligação negativa entre o PS e a direita conseguiu para já um empate duvidoso.
É necessário estarmos atentos a esta municipalização disfarçada de descentralização, um processo que pode afundar ainda mais os pequenos e médios municípios do país e criar ainda mais desigualdades entre eles.
O PSD montou uma farsa em que simultaneamente nos impediu de submeter a proposta à votação e nos acusou de enganar o povo por “falar, falar, falar”mas não cumprir, ou seja, não levar a proposta à votação.