Foi ontem votada em grupo de trabalho – e hoje confirmada em Comissão – uma nova lei que reconhece o desgaste rápido dos bailarinos clássicos ou contemporâneos.
Do ponto de vista de qualquer cidadão, o que interessa acentuar é que, ponderado o condicionalismo actual, a Protecção Civil é (está) um domínio complexo.
Apesar das evidências, há pessoas que insistem que aquilo que necessitamos é mais crescimento económico, mais acumulação de riqueza, mais ricos, até ela chegar a todos.
A direita portuguesa encontra-se perante o paradoxo de não poder afirmar abertamente o programa que realmente defende e de não ter alternativa programática para contrapor à atual solução governativa.
Levado aos ombros pela ilusão europeia, Macron tornou-se o elo mais fraco. Em Paris está a exibir-se a morte da promessa da globalização feliz, perante um povo que descobriu que só lhe sobra a vida triste.
Pode ser mortal a noção de que a última e derradeira esperança para o renascimento do PSD radica num líder condenado a perder eleições, gozando da bonomia de António Costa.
Lembro-me bem de 2012 e 2013. Foram anos de grande contestação e de muitas e duras greves, tanto no setor público como no privado. Na altura estava em causa a defesa dos direitos mais básicos.
Macron, que surfou a onda do descrédito dos partidos políticos para chegar ao poder, está agora a ser engolido pela afronta da sua agenda ultraliberal e a provar o mesmo veneno.
O movimento dos coletes amarelos em França é um movimento de revolta colectiva contra a classe dirigente incarnada por Macron por parte de uma franja da população que se sente injustiçada por aquela.