O Parlamento Europeu aprovou as regras que introduzem produtos de poupança pessoais com padrões a seguir por toda a UE, determinando a criação do produto de reforma pan-europeu.
Através da Lei 61/2014, PSD e CDS capitalizaram os maiores bancos e deixaram uma fatura de 3800 milhões de euros que será cobrada em nada suaves prestações anuais, sob a forma de descontos no IRC ou de injeções de capital.
Não restam dúvidas. O PSD e o CDS nunca quiseram um SNS universal, geral, gratuito e onde o Estado se assuma como principal prestador de cuidados de saúde.
Curiosamente, o primeiro município português que vai avançar para a mobilidade interna gratuita é governado pelo PSD, o único partido que votou contra a redução do valor dos passes na Assembleia da República.
Loures é hoje um concelho em “ponto-morto” e o grande perigo do “ponto-morto” é que ou a máquina para, quando perde a velocidade, ou descamba ribanceira abaixo.
Um dos marcos históricos mais importantes do movimento operário organizado foi a instauração da jornada de 8h de trabalho diário e da semana de 5 dias.
Os inimigos do PSD parecem estar todos dentro do partido. Como noutros países, a direita profunda passou a achar que tem de destruir o PSD para singrar.
Proteger as pessoas passa hoje por decisões ao alcance das autarquias. No Porto, Rui Moreira continua a deixar entregues ao mercado os desígnios de vida das pessoas.
Perante a maior catástrofe ocorrida naquele país, a resposta internacional está a acontecer, mas a ONU, três semanas depois, afirma que a ajuda financeira às vítimas do IDAE é apenas de 11% das necessidades.
Se não viu, veja. A reportagem passou na SIC, chama-se “A Cidade e o Medo” e é um retrato do que está a acontecer nas nossas cidades, sobretudo no Porto e em Lisboa.