Recentemente, sobretudo em crimes com um maior impacto mediático, tem-se optado cada vez com mais frequência pelo tribunal de júri. Saber se esta é uma boa solução é uma questão essencial.
O Reino Unido prepara as próximas (e derradeiras?) eleições europeias com muitas interrogações e muito para além do signo da incerteza. Mais do que dos resultados, duvida-se do processo.
O combate à precariedade tem na advocacia um terreno muito importante. É mais que tempo de aplicar a lei num setor onde ela é o instrumento de trabalho de todas as horas.
Maria José pedira a Ángel que se chegasse o dia em que se tornasse totalmente dependente, ele a ajudasse a morrer. Ángel fez aquilo que prometera a Maria José. Ajudou-a a morrer!
O propagandeado projeto da europa da solidariedade, da paz, da liberdade, da democracia e da igualdade afinal é uma realidade de desigualdades. Desigualdades entre povos e países e desigualdades no seio de cada país.
Não é fácil conviver com uma doença que ainda não tem cura. Mas o Parkinson não me trouxe apenas rigidez e lentidão, tremores e uma série enorme de outros sintomas. Vieram também coisas positivas.
A submissão total de Trump aos interesses de Israel foi o maior trunfo que a extrema-direita sionista teve nestas eleições. Mais do que mandatário, o Presidente dos EUA foi o mordomo de Netanyahu.
O projecto de alargamento do porto de Leixões, sob o pretexto de permitir a entrada de navios porta contentores de grande porte, necessita de um estudo económico, ambiental e político mais aprofundado.
Todas as privatizações e vendas de ativos na banca portuguesa ajudaram a destruir os centros de capital nacional, e levaram o BCP, o BPI e o Novo Banco para as mãos de interesses angolanos, catalães e norte-americanos.
Tem razão o escritor angolano José Eduardo Agualusa quando afirma que “o que a comunidade internacional está a fazer em Moçambique não é ajudar, é indemnizar por danos causados”.